Vane, PT e a reeleição

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prefeito-vane4Prefeito Vane

*Por Marco Wense 

O melhor conselho para o prefeito Claudevane Leite, em relação ao seu retorno ao Partido dos Trabalhadores, é deixar o assunto em compasso de espera.

Qualquer decisão agora, aceitando ou não o convite do presidente estadual Everaldo Anunciação, com o endosso do governador eleito Rui Costa, seria intempestiva, precipitada e politicamente atabalhoada.

O chefe do Executivo deve esperar os pontos da reforma política que serão legitimados pela consulta popular, seja através de um plebiscito ou de referendo, sob pena de um arrependimento de difícil reparo.

E qual seria o ponto decisivo para o prefeito? Sem dúvida, o instituto da reeleição. Duas perguntas são pertinentes: 1) a reforma política vai acabar com o direito de disputar o segundo mandato consecutivo? 2) o fim da reeleição vai alcançar a próxima sucessão municipal?

Se a reeleição continuar valendo para 2016, o prefeito deve ir para o PT e ser o candidato natural da legenda, independente da vontade, do calundu, birra ou arrufo de Geraldo Simões.

O PT de GS vai reivindicar, como contrapartida ao apoio ao segundo mandato, em uma disputa com o PC do B, a indicação do vice na chapa encabeçada pelo gestor do Centro Administrativo.

Alguns secretários, defensores da permanência do chefe no PRB, partido do bispo Marinho, representante-mor da Igreja Universal, temem uma recaída do alcaide ao petismo.

Qualquer desentendimento entre vanistas, petistas e comunistas, com o agravante do PCdoB lançar Davidson Magalhães, fortalece a irreversível candidatura do prefeiturável Augusto Castro (PSDB).

Debandada no PMDB

Paulo Lima, Fernando Vita, Ricardo Xavier e Val Cabral, figuras conhecidas em Itabuna, vão deixar o PMDB, legenda sob o comando do médico e político Renato Costa.

Do quarteto, somente o engenheiro Vita e o jornalista Paulo Lima não sabem qual a próxima parada partidária. Val Cabral vai para o PSOL e Xavier para o Solidariedade, partido aprovado pelo TSE em setembro de 2013.

Perda de tempo

A oposição, com democratas e tucanos, já tentou, sem sucesso e por diversas vezes, jogar a presidente Dilma Rousseff contra o ex-presidente Lula.

Lançaram agora um "Nós versus Nós", comparando os quatro anos do governo Dilma com os últimos quatro anos de Lula, esquecendo que a conjuntura econômica era outra.

O "Nós contra Nós" deixa Lula mais revigorado para disputar à sucessão de 2018. O tucanato, com o tiro saindo pela culatra, vai terminar engolindo novamente o "sapo barbudo", como diria o saudoso Leonel Brizola.

Mensalão tucano

O mensalão petista foi parar na justiça. Os corruptos, os larápios, os abutres do dinheiro público foram julgados e condenados. Se alguns estão soltos ou cumprindo prisão domiciliar é outra questão.

E o mensalão tucano, alguém tem notícia? A última foi que conseguiram transferir o processo da décima primeira Vara Criminal do Fórum Lafayette, em Belo Horizonte, para a nona Vara Criminal.

O mensalão tucano, que para muitos foi o embrião do mensalão do PT, começou em 1998, beneficiando o candidato do PSDB ao governo de Minas, Eduardo Azeredo, e a candidatura à reeleição de FHC.

Pois é. Macaco não olha para o próprio rabo e tucano para o próprio bico. Lá se vão 16 anos e "neca de pitibiribas", como diz o polêmico jornalista Gerdan Rosário.

Regulação da mídia

Sou radicalmente contra qualquer iniciativa que possa impedir o direito constitucional do livre pensar, da liberdade de expressão.

Alguma coisa, no entanto, precisa ser feita para coibir a irresponsabilidade jornalística, sob pena de todo mundo ser acusado, sem provas, de ladrão e corrupto.

O cientista político Wanderley Guilherme dos Santos, um dos respeitados pensadores do Brasil, tem razão – e muita razão – quando diz que "não é possível governar democraticamente uma sociedade com uma imprensa amordaçada por interesses oligárquicos".

Um basta na imprensa marrom e dinheirista, safadinha e descaradinha, é tão importante como o combate a impunidade, que é a mãe da corrupção e a protetora dos corruptos e dos corruptores.

PS – A Polícia Federal suspeita de armação em depoimento de Youssef. A acusação de que Dilma e Lula sabiam do que estava acontecendo na Petrobras pode ter sido estimulada pela defesa do doleiro. Por trás de tudo, a criminosa intenção de influenciar o resultado da eleição presidencial. E quase que influencia. A candidata do PT chegou a perder em São Paulo, maior colégio eleitoral do país, mais de cinco pontos percentuais com a capa da revista Veja e o boato de que Youssef teria sido envenenado.

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Prefeito de Ilhéus destaca conclusão do novo código tributário

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Prefeito Jabes Ribeiro Concede Coletiva à imprensa de Ilhéus-foto Gidelzo Silva Secom-Ilhéus 30.10.14 ESSEPrefeito Jabes Ribeiro Concede Coletiva à imprensa de Ilhéus - foto Gidelzo Silva

O prefeito Jabes Ribeiro, acompanhado do vice, Carlos Machado (Caca Machado), destacou a conclusão do projeto do novo código tributário do município, que deverá ser encaminhado para apreciação da Câmara de Vereadores, a partir da próxima semana. A informação foi concedida durante entrevista coletiva à imprensa, na manhã desta quinta-feira, dia 30, na sala de reunião do Palácio Paranaguá, quando o gestor falou também sobre o resultado das eleições, importância da exclusão de Ilhéus do Serviço Auxiliar de Informações para Transferências Voluntárias (Cauc) e sobre os processos de apuração de irregularidades no Bolsa Família.

Conforme ressaltou Jabes Ribeiro, a atualização do código tributário corresponde a uma medida administrativa voltada para cumprir as determinações da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Segundo o gestor, o projeto inclui a atualização de valores e a elaboração de uma nova planta genérica. "O novo código não pretende ser abusivo; vamos atualizá-lo, modernizá-lo e torná-lo mais próximo da realidade de Ilhéus" frisou.

Na ocasião, o prefeito voltou a afirmar que considera a reeleição da presidenta Dilma Rousseff e a eleição de Rui Costa ao governo do Estado como fatores importantes para a consolidação dos projetos que vão mudar a realidade econômica, social e cultural de Ilhéus. Para Jabes Ribeiro, a presidenta tem as condições de promover as mudanças que o país precisa, observando o desenvolvimento dos projetos sociais como o Minha Casa Minha Vida, Pronatec, Mais Médicos, Bolsa Família, e estruturantes, a exemplo da Ferrovia de Integração Oeste Leste (Fiol) e Porto Sul.

O gestor observou que o povo brasileiro deixou claro que é preciso melhorias nos setores da saúde, educação e segurança. Conforme disse, a vitória de Rui e de Dilma consolidou a linearidade entre as três esferas governamentais (município, governo e estado). "O nosso papel como prefeito é capitalizar tudo isso. Eu pretendo na próxima semana ir à Brasília para dar sequência a várias conversas que já estamos traçando", informou. "Temos que aproveitar esse momento positivo para botar a cidade para avançar", atestou.

Ele reiterou que está disposto a lutar para promover a recuperação do município. "Faço o meu papel de ter vencido a eleição para o governo do Estado e para a presidência da República e isso só aumenta a minha responsabilidade para trabalhar mais por Ilhéus", frisou. Otimista, Jabes ressaltou que a exclusão de Ilhéus do Cauc, uma espécie de Serasa dos municípios, é de extrema importância para a captação de recursos. "No ano passado deixamos de receber R$ 19 milhões e neste ano, R$ 5 milhões, porque estávamos com o nome sujo, e trabalhamos para resolver esta pendência, quitando dívidas herdadas. Afinal não iria adiantar em nada ter apoio no compresso e nos governos estadual e federal, e não ter condições de receber recursos", considerou.

Bolsa Família – Com relação ao Bolsa Família, o prefeito afirmou que a investigação teve início no ano passado, e após observação dos indícios de irregularidades, a gestão decidiu realizar a auditoria com funcionários. Os dados de funcionários, ex-funcionários, cônjuges e seus familiares da Prefeitura de Ilhéus que estão sendo fiscalizados, após comprovação dos indícios de irregularidades, serão incluídos numa relação que será enviada para os órgãos competentes e também para a Secretaria Nacional de Renda de Cidadania (Senarc), órgão vinculado ao Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Pobreza (MDS) para que sejam tomadas as medidas cabíveis.

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Wagner assina decreto que marca início da transição de governo

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Foto: Carla Ornelas/GOVBAFoto: Carla Ornelas/GOVBA

O governador Jaques Wagner assinou, na tarde desta quarta-feira (29), o decreto que marca o início da transição de Governo no Estado. Durante o ato, que aconteceu na sede da Governadoria, no Centro Administrativo da Bahia, em Salvador, ele recebeu o governador eleito para o período de 2015 a 2018, Rui Costa, e os integrantes do Grupo de Trabalho de Transição Governamental. Em seguida, eles concederam entrevista coletiva sobre o processo de mudança de governo.

De acordo com Wagner, o próximo governador terá total autonomia na condução para tomar as decisões. "É o começo de um processo que, óbvio, vai se concluir antes do Natal. As decisões cabem a ele e à equipe dele".

Na oportunidade, Rui Costa agradeceu ao governador pela formalização da equipe de transição. Ainda segundo ele, os servidores responsáveis pelo processo transitório têm perfil técnico. Uma das prioridades, conforme Rui, será a realização de um levantamento de dados e um balanço das ações do governo estadual em todas as áreas. "Queremos fazer uma interlocução com os orçamentos estadual e federal do ano que vem".

A expectativa é que, até o final de novembro próximo, seja finalizado o levantamento e, ainda este ano, o projeto de reestruturação administrativa do Poder Executivo Estadual seja encaminhado à Assembleia Legislativa da Bahia.

Servidores da Casa Civil, Procuradoria Geral do Estado (PGE) e das secretarias do Planejamento (Seplan) e da Fazenda (Sefaz) fazem parte da equipe de transição, sob a coordenação do titular da Sefaz, Manoel Vitório. "Será um desafio. O governador [eleito, Rui Costa] quer ter certeza de que o desenho do Estado estará de acordo com as pretensões e as expectativas. Economia é um viés importante. Mas o principal é otimizar, [proporcionar] mais eficiência [e] melhorar o serviço público", explicou Vitório.

Fazem parte da equipe de transição o secretário da Casa Civil em exercício, Carlos Mello, a procuradora do Estado, Cláudia Maria de Souza Moura, o chefe de gabinete da Sefaz, Adriano Chagas, o chefe de gabinete da Secretaria da Administração do Estado (Saeb), Rodrigo Pimentel, o superintendente de orçamento público da Seplan, Claudio Peixoto, o coordenador executivo da Casa Civil, Luiz Henrique D'utra, e a superintendente em exercício de atendimento ao cidadão da Saeb, Nelma Araújo.

O decreto que estabelece o grupo de trabalho será publicado, nesta quinta-feira (30), no Diário Oficial do Estado da Bahia.

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Câmara discute lei que regulamenta mototáxi em Itabuna

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O projeto foi relatado pelo vereador Nadson MonteiroO projeto foi relatado pelo vereador Nadson MonteiroNesta quarta-feira, 29, a partir das 14 horas, uma reunião na Câmara de Vereadores discutirá alterações na Lei de nº 2.260, de 19 de dezembro de 2013. O dispositivo autoriza e regulamenta os serviços de mototáxi e motofrete em Itabuna.

De acordo com o vereador Nadson Monteiro (PPS), relator do projeto, a lei precisa ser readequada às necessidades e realidade da categoria no município. "Esta foi uma lei bastante complexa, com muitos artigos, e a gente sabia da possibilidade do seu regresso para alguns ajustes. Nosso objetivo é redefini-la para que melhor represente não só a categoria, como também toda a comunidade grapiúna", afirmou o parlamentar.

O projeto de n° 041/2014, de autoria do Executivo, volta às discussões na Sala de Comissões Técnicas, com a participação do Corpo Legislativo, e de representantes do Poder público municipal, bem como representantes da categoria.

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Para Jabes Ribeiro, reeleição de Dilma consolida projetos estruturantes em Ilhéus

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Cópia de Prefeito de Ilhéus - Jabes Ribeiro  Foto Alfredo Filho Secom-PMIlhéusJabes Ribeiro. Foto: Alfredo Filho

O prefeito Jabes Ribeiro considera que a reeleição da presidenta Dilma Rousseff representa um importante passo para a consolidação dos projetos estruturantes que vão mudar a realidade econômica, social e cultural do município de Ilhéus. A declaração foi concedida na manhã desta segunda-feira, dia 27, durante entrevista no programa Alerta Geral, apresentado pelo radialista Gil Gomes, quando confirmou o voto na presidenta.

Jabes Ribeiro compareceu à seção eleitoral 153, instalada no Colégio da Polícia Militar, às 12h40, no Pontal, zona sul da cidade, no domingo, dia 26, para cumprir a obrigação cívica e cidadã de votar no segundo turno das eleições presidenciais. "O povo brasileiro teve a oportunidade de decidir entre dois caminhos. Preferi o da Presidenta Dilma, que representa a continuidade das obras estruturantes para o desenvolvimento de Ilhéus, além de um compromisso muito mais forte com os mais pobres", declarou Jabes.

Conforme explicou o prefeito, a vitória de Rui Costa foi um passo essencial para a reconstrução de Ilhéus, mas a de Dilma confirma a necessidade popular dos avanços para melhoria da vida. Segundo o gestor, a presidenta tem as condições de promover as mudanças que o país precisa, considerando o desenvolvimento dos projetos sociais como o Minha Casa Minha Vida, Pronatec, Mais Médicos, Bolsa Família, e estruturantes, a exemplo da Ferrovia de Integração Oeste Leste (Fiol). "Agora, o povo brasileiro deixou algo muito claro para os governantes que vão assumir no próximo dia 1º de janeiro que precisamos mudar a saúde, a educação e a segurança", observou.

Para o Prefeito, a hora é de união em todo o país, e para Ilhéus isso é muito importante. Conforme disse, a vitória de Rui e de Dilma consolidou a linearidade entre as três esferas governamentais (município, governo e estado). "O nosso papel como prefeito é capitalizar tudo isso. Eu pretendo na próxima semana ir à Brasília para dar sequência a várias conversas que já estamos traçando", informou. "Temos que aproveitar esse momento positivo para botar a cidade para avançar. O próximo prefeito vai encontrar uma cidade muito melhor", atestou.

Ele reiterou que está disposto a lutar diariamente para promover a recuperação do município. "Faço o meu papel de ter vencido a eleição para o governo do Estado e para a presidência da República e isso só aumenta a minha responsabilidade para trabalhar mais por Ilhéus", frisou.

Eleição – No domingo, o prefeito Jabes Ribeiro foi à seção eleitoral acompanhado por amigos e correligionários, além dos secretários municipais de Desenvolvimento Social e de Comunicação, Jamil Ocké, e Valério de Magalhães, o chefe de Gabinete, Victor da Veiga, o presidente do PP de Ilhéus, John Ribeiro, o diretor administrativo da Bahia Pesca, Romualdo Pereira, e o chefe da 13ª Ciretran, Paulo Machado.

Além de Prefeito, Ribeiro é secretário geral do PP na Bahia, cujo partido integra a base de apoio da administração do governador Jaques Wagner. O deputado federal João Leão, também do PP, foi recentemente eleito vice-governador da Bahia, ao lado do deputado federal Rui Costa, futuro mandatário do Estado.

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Dilma Rousseff reeleita para governar o Brasil por mais 4 anos

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Com 97,62% das urnas apuradas, a atual presidenta da República, Dilma Rousseff (PT), tem 51,38% dos votos válidos e está matematicamente reeleita para o cargo. O candidato Aécio Neves (PSDB) tem 48,62% dos votos válidos até o momento.

Mineira de Belo Horizonte, Dilma Rousseff, tem 66 anos, é economista formada pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), tem uma filha e um neto. Foi reeleita hoje (26), junto com o vice-presidente Michel Temer (PMDB), com o apoio da coligação formada por PT, PMDB, PDT, PCdoB, PR, PP, PRB, PROS e PSD. No primeiro turno, Dilma ficou em primeiro lugar, com 43.267.668 votos (41,59% dos votos válidos).

Filha de um imigrante búlgaro e de uma professora do interior do Rio de Janeiro, Dilma viveu em Belo Horizonte, capital mineira, até 1970, onde integrou organizações de esquerda, como o Comando de Libertação Nacional (Colina) e a Vanguarda Armada Revolucionária Palmares (VAR-Palmares). Foi presa em 1970 pela ditadura militar e passou quase três anos no Presídio Tiradentes, na capital paulista, onde foi torturada.

Em 1973, mudou-se para Porto Alegre, onde construiu sua carreira política. Na capital gaúcha, Dilma dedicou-se à campanha pela anistia, no fim do regime militar, e ajudou a fundar o PDT no estado. Em 1986, assumiu seu primeiro cargo político, o comando da Secretaria da Fazenda de Porto Alegre, convidada pelo então prefeito Alceu Collares.

Com a redemocratização, Dilma participou da campanha de Leonel Brizola à Presidência da República em 1989. No segundo turno, apoiou o então candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Em 1993, Dilma assumiu a Secretaria de Energia, Minas e Comunicação do Rio Grande do Sul, cargo que ocupou nos governos de Alceu Collares (PDT) e Olívio Dutra (PT).

Em 2000, Dilma filiou-se ao PT e, em 2002, foi convidada a compor a equipe de transição entre os governos Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva. Quando Lula assumiu, em janeiro de 2003, Dilma foi nomeada ministra de Minas e Energia, onde comandou a reformulação do marco regulatório do setor. Em 2005, ainda no primeiro governo Lula, Dilma assumiu a chefia da Casa Civil, responsável até então por projetos como o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e o Minha Casa, Minha Vida.

Dilma deixou a Casa Civil em abril de 2010 e, em junho do mesmo ano, teve sua candidatura à Presidência da República oficializada. Venceu sua primeira eleição no segundo turno, contra o candidato do PSDB, José Serra, com mais de 56 milhões de votos.

Em um governo de continuidade, Dilma manteve e ampliou programas sociais da gestão Lula e implantou iniciativas que levaram à redução da pobreza, da fome e da desigualdade. Criou o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) e ampliou programas de empreendedorismo. Também implantou um programa de concessões para obras de infraestrutura e logística, muitas ligadas à realização da Copa do Mundo. Em um governo marcado por episódios de corrupção, Dilma chegou a demitir seis ministros em dez meses, em 2011. A presidenta reeleita também enfrentou problemas com a economia, com queda no ritmo do crescimento do país e avanço da inflação.

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Ibope: Dilma tem 53%, e Aécio, 47%; Datafolha: Dilma tem 52%, e Aécio, 48% dos votos válidos

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Do G1.

Pesquisa Ibope divulgada neste sábado (25) aponta os seguintes percentuais de votos válidos no segundo turno da corrida para a Presidência da República:

- Dilma Rousseff (PT): 53%
- Aécio Neves (PSDB): 47%

Para calcular esses votos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição.

A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal "O Estado de S. Paulo".

No levantamento anterior do instituto, divulgado no dia 23, Dilma tinha 54% e Aécio, 46%.

Votos totais
Se forem incluídos os votos brancos e nulos e dos eleitores que se declaram indecisos, os votos totais da pesquisa estimulada são:

- Dilma Rousseff (PT): 49%
- Aécio Neves (PSDB): 43%
- Branco/nulo: 5%
- Não sabe/não respondeu: 3%

O Ibope ouviu 3.010 eleitores em 206 municípios nos dias 24 e 25 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%, o que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de dois pontos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01195/2014.

1º turno
No primeiro turno, Dilma teve 41,59% dos votos válidos e Aécio, 33,55%

 

Datafolha

Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (25) aponta os seguintes percentuais de votos válidos no segundo turno da corrida para a Presidência da República:

- Dilma Rousseff (PT): 52%
- Aécio Neves (PSDB): 48%

Para calcular esses votos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição.

A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal "Folha de S.Paulo".

De acordo com o Datafolha, a presidente Dilma Rousseff (PT) chega à véspera da votação empatada tecnicamente com seu adversário, Aécio Neves (PSDB). Mas, segundo o instituto, "é maior a probabilidade de Dilma estar à frente".

No levantamento anterior do instituto, divulgado no dia 23, Dilma tinha 53%, e Aécio, 47%.

Votos totais
Se forem incluídos os votos brancos e nulos e dos eleitores que se declaram indecisos, os votos totais da pesquisa estimulada são:

- Dilma Rousseff (PT): 47%
- Aécio Neves (PSDB): 43%
- Em branco/nulo/nenhum: 5%
- Não sabe: 5%

Os dois candidatos estão tecnicamente empatados dentro do limite da margem de erro.

O Datafolha ouviu 19.318 eleitores em 400 municípios nos dias 24 e 25 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. Isso significa que, se forem realizados 100 levantamentos, em 95 deles os resultados estariam dentro da margem de erro de dois pontos prevista. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01210/2014.

Certeza do voto
O Datafolha também perguntou, entre os dois candidatos, em quem os eleitores votariam com certeza, em quem talvez votassem e em qual não votariam de jeito nenhum. Veja os números:

Dilma
46% - votariam com certeza
14% - talvez votassem
38% - não votariam de jeito nenhum
1% - não sabe

Aécio
41% - votariam com certeza
16% - talvez votassem
41% - não votariam de jeito nenhum
2% - não sabem

1º turno
No primeiro turno, Dilma teve 41,59% dos votos válidos e Aécio, 33,55%

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Aldenes na briga por chapa única para presidência da Câmara de Itabuna

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Aldenes na briga por chapa única para presidência da Câmara de ItabunaPassada a maratona da campanha para deputado estadual, o vereador Aldenes Meira (PCdoB) - foto - tem outra disputa em vista. Ele trabalha por uma chapa única na disputa por mais um mandato como presidente da Câmara. Para tanto, precisa que os colegas Ruy Machado (PTB) e Joilson Rosa (PROS) desistam do páreo.

"Acho que temos respaldo; tivemos as contas aprovadas sem ressalvas, fizemos uma gestão democrática, em novembro vamos abrir edital para escolha da empresa que fará o concurso, estamos discutindo a construção da sede, isso tudo nos credencia", argumentou o edil, que se disse "animado a brigar pela presidência". A votação será no final de novembro.

Avaliação do resultado

Sobre o desempenho na eleição, quando recebeu 19.531 votos (7.798 em Itabuna), Aldenes Meira confessa que a "meta era uma maior votação". Entretanto, destaca o fato de ter sido o terceiro colocado na cidade. "Fui menos votado apenas do que um ex-prefeito [Azevedo] e um deputado com mandato [Augusto Castro] e sou o quarto suplente [da coligação]", gabou-se.

Quanto ao apoio dado pelo governo Vane na empreitada, o comunista não citou o prefeito, mas "quadros de setores importantes da gestão". Entre eles, Administração, Educação e Sedur (Secretaria de Desenvolvimento Urbano).

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Ibope: Dilma 54% e Aécio 46%; Datafolha: Dilma 53% e Aécio 47%

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Ibope: Dilma 54% e Aécio 46%; Datafolha: Dilma 53% e Aécio 47%Dois dos principais institutos de pesquisa do Brasil, Ibope e Datafolha, divulgaram pesquisas nesta quinta-feira. No levantamento do Ibope, encomendado pela TV Globo e pelo jornal "O Estado de S. Paulo", computando os votos válidos, Dilma Rousseff (PT) tem 54% e Aécio Neves (PSDB), 46%

O Ibope ouviu 3.010 eleitores em 203 municípios entre os dias 20 e 22 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%, o que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de dois pontos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01168/2014.

Rejeição

O Ibope perguntou, independentemente da intenção de voto, em qual candidato o eleitor não votaria de jeito nenhum. Veja os números:

Aécio - 42%

Dilma - 36%

Expectativa de vitória

O Ibope também perguntou aos entrevistados quem eles acham que será o próximo presidente da República, independentemente da intenção de voto. Para 51%, Dilma sairá vitoriosa; 38% acreditam que Aécio ganhará; 10% não sabem ou não responderam.

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Pesquisa Datafolha

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (23) aponta os seguintes percentuais de votos válidos no segundo turno da corrida para a Presidência da República:

- Dilma Rousseff (PT): 53%

- Aécio Neves (PSDB): 47%

A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal "Folha de S.Paulo".

De acordo com o Datafolha, a presidente Dilma Rousseff (PT) tem uma vantagem inédita sobre Aécio Neves (PSDB) no segundo turno da eleição presidencial.

No levantamento anterior do instituto, divulgado no dia 22, Dilma tinha 52%, e Aécio, 48% dos votos válidos.

O Datafolha ouviu 9.910 eleitores em 399 municípios nos dia 22 e 23 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. Isso significa que, se forem realizados 100 levantamentos, em 95 deles os resultados estariam dentro da margem de erro de dois pontos prevista. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01162/2014.

Certeza do voto

O Datafolha também perguntou, entre os dois candidatos, em quem os eleitores votariam com certeza, em quem talvez votassem e em qual não votariam de jeito nenhum. Veja os números:

Dilma

46% - votariam com certeza

15% - talvez votassem

37% - não votariam de jeito nenhum

1% - não sabe

Aécio

39% - votariam com certeza

18% - talvez votassem

41% - não votariam de jeito nenhum

2% - não sabem

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Voto em Dilma

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Cópia de Dilma-campanha

* Por Marco Wense

No primeiro turno, a candidata Marina Silva (PSB) conseguiu convencer milhares de eleitores de que seria capaz de reverter a decrépita forma de fazer política.

A ambientalista precisava de um forte slogan para a campanha. E nada melhor do que uma antítese para criar o efeito desejado. Foi aí que apareceu a "nova política" versus velha política.

A empulhação marinista teve vida curta. Fatia considerável do eleitorado começou a desconfiar de que tudo não passava de um grande engodo.

A verdadeira Marina, aquela que empolgava, que lutava para legalizar a Rede, evaporou. Escafedeu-se. No seu lugar, a Marina Silva pragmática, subindo no palanque da família Bornhausen, fazendo discursos de acordo com as conveniências políticas. A Marina cheia de contradições.

O candidato do PSDB, Aécio Neves, não representa nada do que anda dizendo. Absolutamente nada. Mudar com Aécio Neves? Tenha santa paciência. É melhor acreditar na "história" da mulher de sete metros que perambulava pela rodovia Itabuna-Ilhéus.

Transcrevo para o leitor parte do artigo da sempre lúcida e inteligente Raquel Rolnik, professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP, sobre sua decisão de votar em Dilma no segundo turno.

"Há, sim, diferença entre Dilma e Aécio. Ela se situa em dois temas da maior importância: a política econômica e a forma de relacionamento com a luta social. Na economia, Dilma defende que o país vai crescer mais se a renda e o poder de consumo da população aumentar. Para isso, pratica aumento dos salários, distribuição de renda, controle dos juros e uma grande presença do Estado, investindo em infraestrutura e gastos sociais".

"Aécio Neves, com seu projeto neoliberal, acredita que o mercado dá conta da totalidade da vida social. Cortando gastos públicos, reduzindo subsídios e aumentando os juros, o país vai atrair a confiança do capital financeiro e, assim, alavancar o crescimento econômico".

"Essas diferenças têm repercussões na vida das pessoas que vão além do salário e da renda. Se o pressuposto – representado pela visão neoliberal de Aécio – é o de abrir mais um campo de exploração mercantil, então saneamento, habitação e transporte público não vão atender quem mais precisa, pois quem mais precisa não tem dinheiro para pagar sequer o custo do serviço. Dilma tanto sabe disso que aumentou exponencialmente os subsídios diretos nessas áreas".

"Nos governos do PT, ilhas, brechas e espaços de interlocução foram abertos para dialogar com os setores mais excluídos da população: catadores, quilombolas, sem-terra, sem-teto e muitos outros. Se isso não foi capaz de reverter o centro das políticas, teve o efeito de apoiar experiências e afirmar a legitimidade da luta social e por direitos de cidadania plena no Brasil, ainda inconclusa. Já para o PSDB, governo deve ser território de tecnocratas e movimentos sociais são caso de polícia".

"A radicalização da democracia exige mudanças. Tenho dúvidas se seremos capazes de fazê-las sob a liderança de Dilma, mas tenho certeza de que eleger Aécio é consolidar no poder os poderosos interesses que até agora têm impedido essas mudanças".

A professora Raquel não poderia terminar o esclarecedor artigo sem dizer que vota em Dilma: "Por isso, meu voto no segundo turno é, sem dúvida, de Dilma Rousseff".

O meu também. Dilma, lá!

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Nova pesquisa Datafolha: Dilma mantém 52% e Aécio, 48%

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Dilma cresceu um ponto entre os indecisos na disputa contra Aécio (Foto: Site Band)Dilma cresceu um ponto entre os indecisos na disputa contra Aécio (Foto: Site Band)

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quarta-feira (22) aponta Dilma Rousseff (PT) com 52% dos votos válidos e Aécio Neves (PSDB) com 48%. Tal cenário também foi captado no levantamento anterior, feito dia 20.

Para calcular esses votos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição.

O levantamento foi encomendado pelo jornal "Folha de S. Paulo". De acordo com o Datafolha, na reta final da eleição, os candidatos continuam empatados, no limite da margem de erro, de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Votos totais

Se forem incluídos os votos brancos e nulos e dos eleitores que se declaram indecisos, os votos totais da pesquisa estimulada são:

- Dilma Rousseff (PT): 47%

- Aécio Neves (PSDB): 43%

- Em branco/nulo/nenhum: 6%

- Não sabe: 4%

O Datafolha ouviu 4.355 eleitores no dia 21 de outubro em 256 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. Isso significa que, se forem realizados 100 levantamentos, em 95 deles os resultados estariam dentro da margem de erro de dois pontos prevista. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01160/2014.

Segundo o Datafolha, 82% dos eleitores de Dilma acham que a presidente será reeleita. Entre os eleitores de Aécio, 78% acham que o tucano será o vencedor neste segundo turno.

Segmentos sociais

Nos segmentos sociais, a pesquisa mostra um percentual maior da petista entre as mulheres (ela tem a preferência de 47%) e no grupo das pessoas que recebem até dois salários mínimos (53% de preferência).

Aécio aparece na frente entre os que têm ensino superior (54%) e entre os que ganham acima de dez salários mínimos (59%).

Interesse

O instituto também perguntou se o eleitor tem grande interesse pela eleição: 50% responderam "sim", contra 39% do registrado no fim de agosto.

Economia

O Datafolha detectou que os eleitores não estão mais tão pessimistas com a economia do país e diz que isso ajuda a explicar a reação de Dilma na corrida presidencial neste segundo turno.

De acordo com a pesquisa, 31% acham que a inflação vai aumentar - esse índice é inferior aos registrados em setembro (50%) e em abril (64%). Segundo o instituto, 35% disseram que a inflação ficará como está e 21%, que ela vai diminuir.

Com relação ao desemprego, 33% acham que vai ficar estável; 31%, reduzir, e 26%, aumentar. De acordo com o Datafolha, 44% responderam que a economia do país vai melhorar; 33%, que vai ficar como está, e 15%, piorar.

Agressividade

O Datafolha também perguntou ao eleitor sobre a agressividade na campanha eleitoral: 71% criticaram a agressividade. Para 36% dos eleitores, Aécio é o mais agressivo neste segundo turno; 24% acham que Dilma é a mais agressiva. (Com informações do G1)

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Prefeita contrata parentes de vereadores e leva multa

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Alba Gleide foi denunciada pelo ex-prefeito de AlmadinaAlba Gleide foi denunciada pelo ex-prefeito de AlmadinaNomeações de parentes de vereadores para diversos cargos comissionados no âmbito do Poder Executivo, no exercício de 2013. Essa é a razão da multa de R$ 2 mil, aplicada pelo Tribunal de Contas dos Municípios (TCM), contra a prefeita de Almadina, Alba Gleide de Moura de Góes Pinto.

A denúncia foi formulada pelo ex-prefeito José Raimundo Laudano Santos, afirmando que as nomeações objetivaram o favorecimento dos edis para que rejeitassem as contas municipais de sua responsabilidade. O ex-gestor disse ter uma "relação desafetuosa com o marido da prefeita".

O relator conselheiro Antônio Emanuel afirmou que o caso apresentando não pode ser caracterizado como nepotismo, seja direto ou cruzado, ante a ausência dos requisitos necessários para sua configuração, vez que o parentesco das pessoas nomeadas não é com a prefeita, então autoridade nomeante, mas com vereadores municipais, vinculados, portanto, a outra pessoa jurídica. Contudo, ressaltou que as nomeações ofenderam aos princípios constitucionais da razoabilidade, impessoalidade e moralidade administrativa. Assim, o favorecimento de parentes de autoridades públicas constitui-se em prática imoral, na medida em que o interesse individual prevalece sobre a coletividade, devendo ser imputada sanção à gestora.

Cabe recurso da decisão.

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Vox Populi: Dilma tem 46% das intenções de voto e Aécio, 43%

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Pesquisa feita pelo instituto de consultoria Vox Populi, a pedido do grupo Record, mostra empate técnico entre o candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, e a candidata à reeleição, Dilma Rousseff (PT). Segundo o levantamento, Dilma aparece com 46% das intenções de voto e Aécio com 43%. Votos brancos e nulos somam 5% e indecisos, 5%.

No levantamento anterior, Dilma tinha 45% dos eleitores consultados e Aécio, de 44%.

Considerados os votos válidos, excluindo-se os votos brancos, nulos e indecisos, mesmo procedimento utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial, Dilma tem 52% e Aécio, 48%. Configurando também empate técnico.

Dilma Rousseff se sai melhor entre os eleitores das regiões Norte, Centro-Oeste e Nordeste. Aécio lidera no Sul e no Sudeste.

Quanto à avaliação de governo, 43% consideram o governo de Dilma bom ou ótimo; 36%, regular; e, 21%, ruim ou péssimo.

O Vox Populi ouviu 2 mil eleitores no sábado (18) e no domingo (19), em 147 cidades. O nível de confiança é 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-01136/2014.

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Datafolha: Dilma tem 52%; Aécio, 48% dos votos válidos

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Pesquisa Datafolha divulgada nesta segunda-feira (20) aponta os seguintes percentuais de votos válidos no segundo turno da corrida para a Presidência da República:

- Dilma Rousseff (PT): 52%

- Aécio Neves (PSDB): 48%

Para calcular esses votos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição.

A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal "Folha de S.Paulo".

De acordo com o Datafolha, na reta final da eleição, os candidatos continuam empatados, no limite da margem de erro, de dois pontos percentuais para mais ou para menos, mas Dilma aparece pela primeira vez numericamente à frente de Aécio em um levantamento feito após o primeiro turno.

No levantamento anterior do instituto, divulgado no dia 15, Aécio tinha 51% e Dilma, 49%.

Votos totais

Se forem incluídos os votos brancos e nulos e dos eleitores que se declaram indecisos, os votos totais da pesquisa estimulada são:

- Aécio Neves (PSDB): 46%

- Dilma Rousseff (PT): 43%

- Em branco/nulo/nenhum: 5%

- Não sabe: 6%

Na margem de erro, os candidatos estão empatados tecnicamente.

O Datafolha ouviu 4.389 eleitores no dias 20 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. Isso significa que, se forem realizados 100 levantamentos, em 95 deles os resultados estariam dentro da margem de erro de dois pontos prevista. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01140/2014.

Do G1

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Pesquisa CNT/MDA: Dilma, 43,8%; Aécio, 42,1%

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A 125ª Pesquisa CNT/MDA, realizada 18 e 19 de outubro de 2014 e divulgada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), mostra cenários para o 2º turno da eleição presidencial de 2014. A pesquisa foi registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número BR - 01139/2014. Foram entrevistadas 2.002 pessoas de 137 municípios de 25 Unidades da Federação.

ESPONTÂNEA

Dilma Rousseff (43,8%), Aécio Neves (42,1%)

ESTIMULADA

Dilma Rousseff (PT) – 45,5%

Aécio Neves (PSDB) – 44,5%

VOTOS VÁLIDOS

(percentual calculado excluindo os percentuais de brancos, nulos e indecisos)

Dilma Rousseff (PT) – 50,5%

Aécio Neves (PSDB) – 49,5%

LIMITE DE VOTO

DILMA ROUSSEFF: é a única em que votaria (38,1%); é uma candidata em que poderia votar (19,3%); não votaria nela de jeito nenhum (40,7%); não conhece/não sabe quem é/ nunca ouviu falar (0,2%).

AÉCIO NEVES: é o único em que votaria (34,4%); é um candidato em que poderia votar (21,4%); não votaria nele de jeito nenhum (41,0%); não conhece/não sabe quem é/ nunca ouviu falar (1,1%).

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Dilma: "a Petrobras será a maior empresa do Brasil por muitos anos"

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Dilma lembrou que, durante o governo do PSDB, 30% da empresa foi vendida no mercado de ações por preço desvalorizado. "Na época, a Petrobras valia R$ 15,5 bilhões. Hoje ela passou do patamar de R$ 100 bilhões", afirmou a presidenta, destacando ainda que o governo do PSDB queria privatizar partes da Petrobras, e propuseram a mudança de seu nome para Petrobrax.

"Hoje a Petrobras atingiu um nível de produção 2,3 mil barris de petróleo ao dia. Isso significa que o valor da Petrobras é crescente. Todos os que investiram na empresa vão ganhar muito dinheiro", disse Dilma. Recentemente, a Petrobras obteve o direito de explorar um conjunto de bacias que vai proporcionar acesso a quase 60% de todas as reservas que até hoje acumuladas. "Algo muito importante está acontecendo no Brasil. Diziam que não teríamos capacidade de explorar o Pré-sal, que era ficção. Hoje o Pré-sal está gerando para o Brasil algo que o País levou 30 anos para extrair. Agora, em menos de oito anos", exaltou a presidenta.

Dilma alertou que o discurso que tenta denegrir a imagem da Petrobras pode trazer imbutida ainda a pretensão de privatizar a empresa, que é hoje a maior do Brasil. "A maior força da Petrobras são seus trabalhadores e o controle tecnológico. Sei que a oposição gostaria de vê-la dividida entre as grandes empresas internacionais mas ela será a maior empresa do Brasil por muitos anos", afirmou.

Segurança Pública

Dilma apresentou ainda suas propostas para continuar a melhoria do Brasil. Entre elas está a alteração na Constituição para que a União passe a dividir a responsabilidade sobre a segurança pública com os estados. "Estou propondo que a segurança possa ter atuação conjunta da União e os estados, em uma articulação para elevar o combate organizado ao crime. Porque hoje o crime atua de forma integrada, coordenada, e estamos atuando de forma fragmentada", disse.

A presidenta propõe expandir a exitosa experiência de seu governo na Copa do Mundo, com a integração das polícias federais, estaduais, com apoio das Forças Armadas, com a implantação de Centros de Comando e Controle para todas as capitais brasileiras. "Vamos usar os mesmos mecanismos de supervisão, ação conjunta, inteligência e apoio tecnológico para agir e impedir que o crime assuma a liderança. Impedir que estados como Minas Gerais, por exemplo, tenham crescimento de 52% nos homicídios", explicou Dilma.

Sobre os Bancos Públicos, Dilma reafirmou que mantém por eles grande respeito. "Todos tiveram seus lucros aumentados e ampliados, a taxa de inadimplência reduzida e recomposição do funcionalismo", disse.

A presidenta defende que o papel dos Bancos Públicos não seja reduzido, como propõe seu adversário. "Quem cuida da infraestrutura é o BDNES, que tem hoje sobre seu financiamento as 100 maiores empresas. O Banco do Brasil é o grande responsácel pelo Plano Safra da Agricultura Familiar e Plano Safra do Agronegócio, maior parte dos R$ 180 bilhões ano", ressaltou. Além disso, Dilma lembrou que a Caixa Econômica Federal é que torna possível a realização do Minha Casa Minha Vida. "Uma parte inteira do programa é subsidio do governo federal. Nos outros casos, subsidiamos taxas de juros. Não tem investimento em mobilidade urbana sem dinheiro dos Bancos Públicos. Não tem investimento de longo prazo sem pariticpação do BNDES e Banco s Públicos", disse.

Ensino Profissionalizante

No governo anterior, do PSDB, a construção das escolas técnicas estava estagnada, uma vez que havia exigência, por lei, que fossem feitas e mantidas por estados e instituições filantrópicas. Com isso, em oito anos, só foram feitas 11 escolas ténicas em todo o País.

Nos últimos 12 anos, o ensino técnico profissionalizante esteve no foco do Governo Federal. Durante o governo do ex-presidente Lula foram construídas 214 escolas técnicas e durante o governo Dilma, mais 208, gerando um total de 422. Um total de 1600% a mais.

Implementado pelo governo Dilma, o Pronatec é o maior programa de ensino técnico da história do Brasil, com uma escala 8 milhões de matrículas. E a maior vantagem é que é totalmente gratuito.

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Calma, Aécio!

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* Marco Wense

Calma, Aécio!Aécio NevesO candidato Aécio Neves, do PSDB, legenda que tem o exótico tucano como símbolo e FHC como conselheiro-mor, lembra o ex-presidente Collor quando disputou, em 1989, o Palácio do Planalto.

Vou logo adiantando, principalmente para os incendiários de plantão, que não concordo com o maldoso pressentimento de que o ex-governador de Minas pode ser um Collor amanhã.

O comportamento de Aécio no processo eleitoral é igual ao do "caçador de marajás". O rompante é igual, sem falar na agressividade e no nariz empinado, mesmo não tendo condição moral para envergar tal postura.

A pequena diferença, pelo menos até agora, é que o tucano não anda dando cotoveladas e nem empurrando os jornalistas, como fazia o temperamental Collor de Melo durante a campanha.

Aécio Neves já chamou Marina Silva de "metamorfose ambulante", insinuando que o comportamento da ambientalista muda de acordo com as circunstâncias e conveniências políticas.

Outra que sofreu com os destemperos do candidato do PSDB foi Luciana Genro. O tucano, depois de erguer o dedo na direção do rosto da candidata do Psol, bradou: "Você é uma leviana".

No primeiro debate do segundo turno, pela telinha da Bandeirantes, um estranho Aécio, que não gosta de ser incomodado com perguntas ácidas, voltou ao ataque chamando Dilma Rousseff de "leviana".

Não à toa que o índice de rejeição ao candidato vem aumentando em todas as pesquisas eleitorais. Pela última do Datafolha, quase 40% dos eleitores não votariam no tucano de jeito nenhum.

Calma, Aécio! Daqui a quatro anos tem outra eleição. O show de machismo, cada vez mais repugnante, vai terminar provocando uma nova onda, agora pró-Dilma.

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Nova pesquisa Datafolha: Aécio 51% e Dilma 49%

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Pesquisa Datafolha divulgada nesta quarta-feira (15) aponta os seguintes percentuais de votos válidos no segundo turno da corrida para a Presidência da República:

- Aécio Neves (PSDB): 51%

- Dilma Rousseff (PT): 49%

Para calcular esses votos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição.

A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal "Folha de S.Paulo".

De acordo com o Datafolha, "o segundo turno da disputa pela Presidência da República continua empatado após a retomada das propagandas no rádio e na TV".

Votos totais

Se forem incluídos os votos brancos e nulos e dos eleitores que se declaram indecisos, os votos totais da pesquisa estimulada são:

- Aécio Neves (PSDB): 45%

- Dilma Rousseff (PT): 43%

- Em branco/nulo/nenhum: 6%

- Não sabe: 6%

Na margem de erro, os candidatos estão empatados tecnicamente.

No levantamento anterior do instituto, divulgado no dia 9, Aécio tinha 46% e Dilma, 44%.

O Datafolha ouviu 9.081 eleitores em 366 municípios nos dias 14 e 15 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. Isso significa que, se forem realizados 100 levantamentos, em 95 deles os resultados estariam dentro da margem de erro de dois pontos prevista. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01098/2014. (Com informações do G1)

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Olhar especial

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Por Marco Wense

O prefeito soteropolitano, o demista ACM Neto, obviamente do Partido do Democratas (DEM), ex-PFL, anda dizendo que o candidato Aécio Neves prometeu um "olhar especial" para a Bahia.

O problema é que o ex-governador de Minas diz a mesma coisa em todo o Estado que faz campanha, que vai ter um "olhar especial" para aquele povo, aquela gente, etc e tal.

Outra de ACM Neto: "Muitos dos que olhavam Aécio com ceticismo veem hoje que ele é favorito para vencer as eleições". Ora, o chefe do Executivo, até bem pouco tempo atrás, integrava o grupo dos pessimistas.

A declaração de ACM Neto atingiu de cheio Geddel Vieira Lima, que chegou a entrar na Justiça eleitoral para impedir que o adversário, o também candidato a senador Otto Alencar, vinculasse sua imagem a de Aécio.

O ex-ministro de Lula não vai vestir a carapuça. Inquestionável é o fato de que todos, aí incluindo o próprio Geddel, agora, somente agora, viraram aecistas desde criancinhas.

Mensalão

A candidata ao Senado na chapa de Lídice da Mata, Eliana Calmon, para justificar sua opção pela candidatura do tucano Aécio Neves, diz que o apoio a Dilma se tornou inviável depois que os petistas "destroçaram" Marina Silva.

O ataque mais violento e eleitoralmente devastador partiu dos tucanos, quando disseram que Marina, ex-ministra do governo Lula, tinha sido tolerante, complacente com o escândalo do mensalão.

Depois do fulminante ataque, a candidata do PSB começou a despencar nas pesquisas de intenções de voto. Marina é a mais nova hóspede do ninho tucano. É bom lembrar que a tal da "nova política" pregava o fim da polarização entre o PT e o PSDB.

Infidelidade

Comissões provisórias que descumpriram decisão do comando estadual para votar em Rui Costa (governo da Bahia) e Otto Alencar (Senado) serão destituídas depois do segundo turno presidencial. Até as freiras do Convento das Carmelitas sabem quem são os dirigentes infiéis.

Aqui em Itabuna, por exemplo, teve dirigente partidário jogando as praguinhas de Rui e Otto na lata do lixo. Votou e fez campanha para Paulo Souto, Geddel Vieira Lima e Aécio Neves.

Prefeituráveis

De um lado, o deputado reeleito Augusto Castro como maior liderança do tucanato no sul da Bahia. Do outro, um Geraldo Simões que não conseguiu sua re-reeleição para o parlamento federal.

O tucano não esconde o desejo de disputar a prefeitura de Itabuna na sucessão de 2016. O petista não diz nada. Já tem gente achando que Geraldo pode sair do PT se o prefeito Vane retornar a sua antiga casa.

Correligionários do ex-gestor do Centro Administrativo acham que o maior obstáculo que Geraldo tem pela frente é reconquistar ex-amigos e ex-aliados, já que o Geraldo de hoje não é mais, digamos, o "minha pedinha" de priscas eras, como diria o saudoso jornalista Eduardo Anunciação.

Esqueceram de mim

Os escândalos do mensalão mineiro e do metrô paulistano estão tiririca da vida com o também escandaloso esquema da Petrobrás. Falam que só ele aparece na telinha e no noticiário político dos "jornalões".

Ficam se lamentando pelos cantos. Querem o mesmo tratamento dado ao PT. O mensalão mineiro desabafa: "chega de injustiça". O do metrô, que causou um rombo de bilhões de reais, brada: "chega de perseguição ao PSDB". Quando o assunto é corrupção, a estrela é o PT. O PSDB, coitadinho, não tem fez, pelos menos na chamada "grande imprensa".

Medo

Aquele medo que o eleitor tinha de Marina Silva, com todas as suas contradições, passou para o tucano Aécio Neves, que agora é defensor dos índios e de uma profunda reforma agrária.

Tem também o medo do desemprego e de uma política de achatamento do salário mínimo, já que Armínio Fraga, que será o ministro da Fazenda em um eventual governo tucano, disse que "o salário é muito alto no Brasil", deixando os trabalhadores assustados.

E por falar em Marina, a ex-petista conseguiu, com sua declaração de apoio ao candidato do PSDB, enterrar a "nova política", rachar o PSB e acabar com a Rede.

A esperança virou uma triste e inesperada decepção. Marina Silva é uma tucana-ambientalista-socialista-neoliberal.

OBS: Chamada: "Comissões provisórias que descumpriram decisão do comando estadual de apoiar Rui Costa e Otto Alencar serão destituídas"

 

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Pesquisa mostra novo empate técnico entre Dilma e Aécio

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Pesquisa Vox Populi divulgada na segunda-feira, 13, mostrou empate técnico na disputa do segundo turno da eleição presidencial entre Dilma Rousseff, que tenta a reeleição pelo PT, e o candidato do PSDB, Aécio Neves, com vantagem numérica para a presidente.

Segundo o levantamento realizado no sábado e domingo, Dilma tem 45% das intenções de voto contra 44% de Aécio. A margem de erro da pesquisa é de 2,2 pontos percentuais.

Os eleitores que planejam votar em branco ou nulo somam 55%, e os indecisos outros 5%. Considerando apenas os votos válidos (que excluem os brancos, nulos e indecisos), a presidente tem 51% e o tucano soma 49%.

As pesquisas mais acompanhadas pelos analistas, Datafolha e Ibope, divulgaram na quinta passada levantamentos que mostravam empate técnico, mas com vantagem numérica para Aécio.

Pelo eleitorado total, o placar favorável ao tucano era de 46 a 44 por cento; pelos votos válidos era de 51 a 49 por cento. A margem de erro das duas pesquisas é de 2 pontos percentuais.

No levantamento divulgado nesta segunda, o Vox Populi ouviu 2.000 eleitores em 147 municípios.

Do Jornal A Tarde

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