Azevedo busca liberdade para nova candidatura em Itabuna

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Capitão Azevedo quer anular a sessão em que as contas dele foram rejeitadas (Foto: Gustavo Lacombe/Diário Bahia)Capitão Azevedo quer anular a sessão em que as contas dele foram rejeitadas (Foto: Gustavo Lacombe/Diário Bahia)

Após uma campanha marcada pela indefinição e pelas batalhas judiciais, o ex-prefeito Capitão Azevedo (DEM) recebeu 17.670 votos (sendo 14.731 em Itabuna). Daí, muitos devem se perguntar: qual o próximo round – ops, próximo passo!?

Segundo o advogado Allah Góes, a expectativa agora é pelo julgamento do mérito da ação em que a defesa pede, na Vara da Fazenda Pública, a anulação da sessão em que a Câmara rejeitou as contas de 2012 do ex-gestor. "Todos viram que os votos para deputado foram computados. Agora, temos mais tempo; não existe inelegibilidade de Azevedo", declarou ao Diário Bahia.

Ele voltará?

A tentativa de anular a rejeição das contas, vale lembrar, é para livrar o Capitão Azevedo da inelegibilidade. A última candidatura dele foi "deferida com recurso". Outra curiosidade natural, então: Azevedo será candidato a prefeito em 2016? Nem os mais próximos, como de costume, sabem qual o desejo do militar. "A única coisa que posso assegurar é que ele quer estar livre e limpo para pelo menos ter a opção de ser candidato", respondeu o advogado Allah Góes.

"Azevedo teve quase 15 mil votos em Itabuna, foi razoável para uma campanha sem dinheiro e prejudicada com tantos boatos. Agora, ele vai trabalhar pra resolver a questão política; quer estar livre pra, lá na frente, decidir se vai ser candidato ou não", completou um integrante do grupo do ex-prefeito, que prefere não ser identificado.

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Aldenes na briga por chapa única para presidência da Câmara de Itabuna

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Aldenes na briga por chapa única para presidência da Câmara de ItabunaPassada a maratona da campanha para deputado estadual, o vereador Aldenes Meira (PCdoB) - foto - tem outra disputa em vista. Ele trabalha por uma chapa única na disputa por mais um mandato como presidente da Câmara. Para tanto, precisa que os colegas Ruy Machado (PTB) e Joilson Rosa (PROS) desistam do páreo.

"Acho que temos respaldo; tivemos as contas aprovadas sem ressalvas, fizemos uma gestão democrática, em novembro vamos abrir edital para escolha da empresa que fará o concurso, estamos discutindo a construção da sede, isso tudo nos credencia", argumentou o edil, que se disse "animado a brigar pela presidência". A votação será no final de novembro.

Avaliação do resultado

Sobre o desempenho na eleição, quando recebeu 19.531 votos (7.798 em Itabuna), Aldenes Meira confessa que a "meta era uma maior votação". Entretanto, destaca o fato de ter sido o terceiro colocado na cidade. "Fui menos votado apenas do que um ex-prefeito [Azevedo] e um deputado com mandato [Augusto Castro] e sou o quarto suplente [da coligação]", gabou-se.

Quanto ao apoio dado pelo governo Vane na empreitada, o comunista não citou o prefeito, mas "quadros de setores importantes da gestão". Entre eles, Administração, Educação e Sedur (Secretaria de Desenvolvimento Urbano).

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Ibope: Dilma 54% e Aécio 46%; Datafolha: Dilma 53% e Aécio 47%

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Ibope: Dilma 54% e Aécio 46%; Datafolha: Dilma 53% e Aécio 47%Dois dos principais institutos de pesquisa do Brasil, Ibope e Datafolha, divulgaram pesquisas nesta quinta-feira. No levantamento do Ibope, encomendado pela TV Globo e pelo jornal "O Estado de S. Paulo", computando os votos válidos, Dilma Rousseff (PT) tem 54% e Aécio Neves (PSDB), 46%

O Ibope ouviu 3.010 eleitores em 203 municípios entre os dias 20 e 22 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%, o que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de dois pontos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01168/2014.

Rejeição

O Ibope perguntou, independentemente da intenção de voto, em qual candidato o eleitor não votaria de jeito nenhum. Veja os números:

Aécio - 42%

Dilma - 36%

Expectativa de vitória

O Ibope também perguntou aos entrevistados quem eles acham que será o próximo presidente da República, independentemente da intenção de voto. Para 51%, Dilma sairá vitoriosa; 38% acreditam que Aécio ganhará; 10% não sabem ou não responderam.

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Pesquisa Datafolha

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (23) aponta os seguintes percentuais de votos válidos no segundo turno da corrida para a Presidência da República:

- Dilma Rousseff (PT): 53%

- Aécio Neves (PSDB): 47%

A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal "Folha de S.Paulo".

De acordo com o Datafolha, a presidente Dilma Rousseff (PT) tem uma vantagem inédita sobre Aécio Neves (PSDB) no segundo turno da eleição presidencial.

No levantamento anterior do instituto, divulgado no dia 22, Dilma tinha 52%, e Aécio, 48% dos votos válidos.

O Datafolha ouviu 9.910 eleitores em 399 municípios nos dia 22 e 23 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. Isso significa que, se forem realizados 100 levantamentos, em 95 deles os resultados estariam dentro da margem de erro de dois pontos prevista. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01162/2014.

Certeza do voto

O Datafolha também perguntou, entre os dois candidatos, em quem os eleitores votariam com certeza, em quem talvez votassem e em qual não votariam de jeito nenhum. Veja os números:

Dilma

46% - votariam com certeza

15% - talvez votassem

37% - não votariam de jeito nenhum

1% - não sabe

Aécio

39% - votariam com certeza

18% - talvez votassem

41% - não votariam de jeito nenhum

2% - não sabem

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Voto em Dilma

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Cópia de Dilma-campanha

* Por Marco Wense

No primeiro turno, a candidata Marina Silva (PSB) conseguiu convencer milhares de eleitores de que seria capaz de reverter a decrépita forma de fazer política.

A ambientalista precisava de um forte slogan para a campanha. E nada melhor do que uma antítese para criar o efeito desejado. Foi aí que apareceu a "nova política" versus velha política.

A empulhação marinista teve vida curta. Fatia considerável do eleitorado começou a desconfiar de que tudo não passava de um grande engodo.

A verdadeira Marina, aquela que empolgava, que lutava para legalizar a Rede, evaporou. Escafedeu-se. No seu lugar, a Marina Silva pragmática, subindo no palanque da família Bornhausen, fazendo discursos de acordo com as conveniências políticas. A Marina cheia de contradições.

O candidato do PSDB, Aécio Neves, não representa nada do que anda dizendo. Absolutamente nada. Mudar com Aécio Neves? Tenha santa paciência. É melhor acreditar na "história" da mulher de sete metros que perambulava pela rodovia Itabuna-Ilhéus.

Transcrevo para o leitor parte do artigo da sempre lúcida e inteligente Raquel Rolnik, professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP, sobre sua decisão de votar em Dilma no segundo turno.

"Há, sim, diferença entre Dilma e Aécio. Ela se situa em dois temas da maior importância: a política econômica e a forma de relacionamento com a luta social. Na economia, Dilma defende que o país vai crescer mais se a renda e o poder de consumo da população aumentar. Para isso, pratica aumento dos salários, distribuição de renda, controle dos juros e uma grande presença do Estado, investindo em infraestrutura e gastos sociais".

"Aécio Neves, com seu projeto neoliberal, acredita que o mercado dá conta da totalidade da vida social. Cortando gastos públicos, reduzindo subsídios e aumentando os juros, o país vai atrair a confiança do capital financeiro e, assim, alavancar o crescimento econômico".

"Essas diferenças têm repercussões na vida das pessoas que vão além do salário e da renda. Se o pressuposto – representado pela visão neoliberal de Aécio – é o de abrir mais um campo de exploração mercantil, então saneamento, habitação e transporte público não vão atender quem mais precisa, pois quem mais precisa não tem dinheiro para pagar sequer o custo do serviço. Dilma tanto sabe disso que aumentou exponencialmente os subsídios diretos nessas áreas".

"Nos governos do PT, ilhas, brechas e espaços de interlocução foram abertos para dialogar com os setores mais excluídos da população: catadores, quilombolas, sem-terra, sem-teto e muitos outros. Se isso não foi capaz de reverter o centro das políticas, teve o efeito de apoiar experiências e afirmar a legitimidade da luta social e por direitos de cidadania plena no Brasil, ainda inconclusa. Já para o PSDB, governo deve ser território de tecnocratas e movimentos sociais são caso de polícia".

"A radicalização da democracia exige mudanças. Tenho dúvidas se seremos capazes de fazê-las sob a liderança de Dilma, mas tenho certeza de que eleger Aécio é consolidar no poder os poderosos interesses que até agora têm impedido essas mudanças".

A professora Raquel não poderia terminar o esclarecedor artigo sem dizer que vota em Dilma: "Por isso, meu voto no segundo turno é, sem dúvida, de Dilma Rousseff".

O meu também. Dilma, lá!

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Nova pesquisa Datafolha: Dilma mantém 52% e Aécio, 48%

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Dilma cresceu um ponto entre os indecisos na disputa contra Aécio (Foto: Site Band)Dilma cresceu um ponto entre os indecisos na disputa contra Aécio (Foto: Site Band)

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quarta-feira (22) aponta Dilma Rousseff (PT) com 52% dos votos válidos e Aécio Neves (PSDB) com 48%. Tal cenário também foi captado no levantamento anterior, feito dia 20.

Para calcular esses votos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição.

O levantamento foi encomendado pelo jornal "Folha de S. Paulo". De acordo com o Datafolha, na reta final da eleição, os candidatos continuam empatados, no limite da margem de erro, de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Votos totais

Se forem incluídos os votos brancos e nulos e dos eleitores que se declaram indecisos, os votos totais da pesquisa estimulada são:

- Dilma Rousseff (PT): 47%

- Aécio Neves (PSDB): 43%

- Em branco/nulo/nenhum: 6%

- Não sabe: 4%

O Datafolha ouviu 4.355 eleitores no dia 21 de outubro em 256 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. Isso significa que, se forem realizados 100 levantamentos, em 95 deles os resultados estariam dentro da margem de erro de dois pontos prevista. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01160/2014.

Segundo o Datafolha, 82% dos eleitores de Dilma acham que a presidente será reeleita. Entre os eleitores de Aécio, 78% acham que o tucano será o vencedor neste segundo turno.

Segmentos sociais

Nos segmentos sociais, a pesquisa mostra um percentual maior da petista entre as mulheres (ela tem a preferência de 47%) e no grupo das pessoas que recebem até dois salários mínimos (53% de preferência).

Aécio aparece na frente entre os que têm ensino superior (54%) e entre os que ganham acima de dez salários mínimos (59%).

Interesse

O instituto também perguntou se o eleitor tem grande interesse pela eleição: 50% responderam "sim", contra 39% do registrado no fim de agosto.

Economia

O Datafolha detectou que os eleitores não estão mais tão pessimistas com a economia do país e diz que isso ajuda a explicar a reação de Dilma na corrida presidencial neste segundo turno.

De acordo com a pesquisa, 31% acham que a inflação vai aumentar - esse índice é inferior aos registrados em setembro (50%) e em abril (64%). Segundo o instituto, 35% disseram que a inflação ficará como está e 21%, que ela vai diminuir.

Com relação ao desemprego, 33% acham que vai ficar estável; 31%, reduzir, e 26%, aumentar. De acordo com o Datafolha, 44% responderam que a economia do país vai melhorar; 33%, que vai ficar como está, e 15%, piorar.

Agressividade

O Datafolha também perguntou ao eleitor sobre a agressividade na campanha eleitoral: 71% criticaram a agressividade. Para 36% dos eleitores, Aécio é o mais agressivo neste segundo turno; 24% acham que Dilma é a mais agressiva. (Com informações do G1)

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Prefeita contrata parentes de vereadores e leva multa

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Alba Gleide foi denunciada pelo ex-prefeito de AlmadinaAlba Gleide foi denunciada pelo ex-prefeito de AlmadinaNomeações de parentes de vereadores para diversos cargos comissionados no âmbito do Poder Executivo, no exercício de 2013. Essa é a razão da multa de R$ 2 mil, aplicada pelo Tribunal de Contas dos Municípios (TCM), contra a prefeita de Almadina, Alba Gleide de Moura de Góes Pinto.

A denúncia foi formulada pelo ex-prefeito José Raimundo Laudano Santos, afirmando que as nomeações objetivaram o favorecimento dos edis para que rejeitassem as contas municipais de sua responsabilidade. O ex-gestor disse ter uma "relação desafetuosa com o marido da prefeita".

O relator conselheiro Antônio Emanuel afirmou que o caso apresentando não pode ser caracterizado como nepotismo, seja direto ou cruzado, ante a ausência dos requisitos necessários para sua configuração, vez que o parentesco das pessoas nomeadas não é com a prefeita, então autoridade nomeante, mas com vereadores municipais, vinculados, portanto, a outra pessoa jurídica. Contudo, ressaltou que as nomeações ofenderam aos princípios constitucionais da razoabilidade, impessoalidade e moralidade administrativa. Assim, o favorecimento de parentes de autoridades públicas constitui-se em prática imoral, na medida em que o interesse individual prevalece sobre a coletividade, devendo ser imputada sanção à gestora.

Cabe recurso da decisão.

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Vox Populi: Dilma tem 46% das intenções de voto e Aécio, 43%

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Pesquisa feita pelo instituto de consultoria Vox Populi, a pedido do grupo Record, mostra empate técnico entre o candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, e a candidata à reeleição, Dilma Rousseff (PT). Segundo o levantamento, Dilma aparece com 46% das intenções de voto e Aécio com 43%. Votos brancos e nulos somam 5% e indecisos, 5%.

No levantamento anterior, Dilma tinha 45% dos eleitores consultados e Aécio, de 44%.

Considerados os votos válidos, excluindo-se os votos brancos, nulos e indecisos, mesmo procedimento utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial, Dilma tem 52% e Aécio, 48%. Configurando também empate técnico.

Dilma Rousseff se sai melhor entre os eleitores das regiões Norte, Centro-Oeste e Nordeste. Aécio lidera no Sul e no Sudeste.

Quanto à avaliação de governo, 43% consideram o governo de Dilma bom ou ótimo; 36%, regular; e, 21%, ruim ou péssimo.

O Vox Populi ouviu 2 mil eleitores no sábado (18) e no domingo (19), em 147 cidades. O nível de confiança é 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-01136/2014.

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Datafolha: Dilma tem 52%; Aécio, 48% dos votos válidos

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Pesquisa Datafolha divulgada nesta segunda-feira (20) aponta os seguintes percentuais de votos válidos no segundo turno da corrida para a Presidência da República:

- Dilma Rousseff (PT): 52%

- Aécio Neves (PSDB): 48%

Para calcular esses votos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição.

A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal "Folha de S.Paulo".

De acordo com o Datafolha, na reta final da eleição, os candidatos continuam empatados, no limite da margem de erro, de dois pontos percentuais para mais ou para menos, mas Dilma aparece pela primeira vez numericamente à frente de Aécio em um levantamento feito após o primeiro turno.

No levantamento anterior do instituto, divulgado no dia 15, Aécio tinha 51% e Dilma, 49%.

Votos totais

Se forem incluídos os votos brancos e nulos e dos eleitores que se declaram indecisos, os votos totais da pesquisa estimulada são:

- Aécio Neves (PSDB): 46%

- Dilma Rousseff (PT): 43%

- Em branco/nulo/nenhum: 5%

- Não sabe: 6%

Na margem de erro, os candidatos estão empatados tecnicamente.

O Datafolha ouviu 4.389 eleitores no dias 20 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. Isso significa que, se forem realizados 100 levantamentos, em 95 deles os resultados estariam dentro da margem de erro de dois pontos prevista. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01140/2014.

Do G1

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Pesquisa CNT/MDA: Dilma, 43,8%; Aécio, 42,1%

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A 125ª Pesquisa CNT/MDA, realizada 18 e 19 de outubro de 2014 e divulgada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), mostra cenários para o 2º turno da eleição presidencial de 2014. A pesquisa foi registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número BR - 01139/2014. Foram entrevistadas 2.002 pessoas de 137 municípios de 25 Unidades da Federação.

ESPONTÂNEA

Dilma Rousseff (43,8%), Aécio Neves (42,1%)

ESTIMULADA

Dilma Rousseff (PT) – 45,5%

Aécio Neves (PSDB) – 44,5%

VOTOS VÁLIDOS

(percentual calculado excluindo os percentuais de brancos, nulos e indecisos)

Dilma Rousseff (PT) – 50,5%

Aécio Neves (PSDB) – 49,5%

LIMITE DE VOTO

DILMA ROUSSEFF: é a única em que votaria (38,1%); é uma candidata em que poderia votar (19,3%); não votaria nela de jeito nenhum (40,7%); não conhece/não sabe quem é/ nunca ouviu falar (0,2%).

AÉCIO NEVES: é o único em que votaria (34,4%); é um candidato em que poderia votar (21,4%); não votaria nele de jeito nenhum (41,0%); não conhece/não sabe quem é/ nunca ouviu falar (1,1%).

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Dilma: "a Petrobras será a maior empresa do Brasil por muitos anos"

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Dilma lembrou que, durante o governo do PSDB, 30% da empresa foi vendida no mercado de ações por preço desvalorizado. "Na época, a Petrobras valia R$ 15,5 bilhões. Hoje ela passou do patamar de R$ 100 bilhões", afirmou a presidenta, destacando ainda que o governo do PSDB queria privatizar partes da Petrobras, e propuseram a mudança de seu nome para Petrobrax.

"Hoje a Petrobras atingiu um nível de produção 2,3 mil barris de petróleo ao dia. Isso significa que o valor da Petrobras é crescente. Todos os que investiram na empresa vão ganhar muito dinheiro", disse Dilma. Recentemente, a Petrobras obteve o direito de explorar um conjunto de bacias que vai proporcionar acesso a quase 60% de todas as reservas que até hoje acumuladas. "Algo muito importante está acontecendo no Brasil. Diziam que não teríamos capacidade de explorar o Pré-sal, que era ficção. Hoje o Pré-sal está gerando para o Brasil algo que o País levou 30 anos para extrair. Agora, em menos de oito anos", exaltou a presidenta.

Dilma alertou que o discurso que tenta denegrir a imagem da Petrobras pode trazer imbutida ainda a pretensão de privatizar a empresa, que é hoje a maior do Brasil. "A maior força da Petrobras são seus trabalhadores e o controle tecnológico. Sei que a oposição gostaria de vê-la dividida entre as grandes empresas internacionais mas ela será a maior empresa do Brasil por muitos anos", afirmou.

Segurança Pública

Dilma apresentou ainda suas propostas para continuar a melhoria do Brasil. Entre elas está a alteração na Constituição para que a União passe a dividir a responsabilidade sobre a segurança pública com os estados. "Estou propondo que a segurança possa ter atuação conjunta da União e os estados, em uma articulação para elevar o combate organizado ao crime. Porque hoje o crime atua de forma integrada, coordenada, e estamos atuando de forma fragmentada", disse.

A presidenta propõe expandir a exitosa experiência de seu governo na Copa do Mundo, com a integração das polícias federais, estaduais, com apoio das Forças Armadas, com a implantação de Centros de Comando e Controle para todas as capitais brasileiras. "Vamos usar os mesmos mecanismos de supervisão, ação conjunta, inteligência e apoio tecnológico para agir e impedir que o crime assuma a liderança. Impedir que estados como Minas Gerais, por exemplo, tenham crescimento de 52% nos homicídios", explicou Dilma.

Sobre os Bancos Públicos, Dilma reafirmou que mantém por eles grande respeito. "Todos tiveram seus lucros aumentados e ampliados, a taxa de inadimplência reduzida e recomposição do funcionalismo", disse.

A presidenta defende que o papel dos Bancos Públicos não seja reduzido, como propõe seu adversário. "Quem cuida da infraestrutura é o BDNES, que tem hoje sobre seu financiamento as 100 maiores empresas. O Banco do Brasil é o grande responsácel pelo Plano Safra da Agricultura Familiar e Plano Safra do Agronegócio, maior parte dos R$ 180 bilhões ano", ressaltou. Além disso, Dilma lembrou que a Caixa Econômica Federal é que torna possível a realização do Minha Casa Minha Vida. "Uma parte inteira do programa é subsidio do governo federal. Nos outros casos, subsidiamos taxas de juros. Não tem investimento em mobilidade urbana sem dinheiro dos Bancos Públicos. Não tem investimento de longo prazo sem pariticpação do BNDES e Banco s Públicos", disse.

Ensino Profissionalizante

No governo anterior, do PSDB, a construção das escolas técnicas estava estagnada, uma vez que havia exigência, por lei, que fossem feitas e mantidas por estados e instituições filantrópicas. Com isso, em oito anos, só foram feitas 11 escolas ténicas em todo o País.

Nos últimos 12 anos, o ensino técnico profissionalizante esteve no foco do Governo Federal. Durante o governo do ex-presidente Lula foram construídas 214 escolas técnicas e durante o governo Dilma, mais 208, gerando um total de 422. Um total de 1600% a mais.

Implementado pelo governo Dilma, o Pronatec é o maior programa de ensino técnico da história do Brasil, com uma escala 8 milhões de matrículas. E a maior vantagem é que é totalmente gratuito.

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Calma, Aécio!

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* Marco Wense

Calma, Aécio!Aécio NevesO candidato Aécio Neves, do PSDB, legenda que tem o exótico tucano como símbolo e FHC como conselheiro-mor, lembra o ex-presidente Collor quando disputou, em 1989, o Palácio do Planalto.

Vou logo adiantando, principalmente para os incendiários de plantão, que não concordo com o maldoso pressentimento de que o ex-governador de Minas pode ser um Collor amanhã.

O comportamento de Aécio no processo eleitoral é igual ao do "caçador de marajás". O rompante é igual, sem falar na agressividade e no nariz empinado, mesmo não tendo condição moral para envergar tal postura.

A pequena diferença, pelo menos até agora, é que o tucano não anda dando cotoveladas e nem empurrando os jornalistas, como fazia o temperamental Collor de Melo durante a campanha.

Aécio Neves já chamou Marina Silva de "metamorfose ambulante", insinuando que o comportamento da ambientalista muda de acordo com as circunstâncias e conveniências políticas.

Outra que sofreu com os destemperos do candidato do PSDB foi Luciana Genro. O tucano, depois de erguer o dedo na direção do rosto da candidata do Psol, bradou: "Você é uma leviana".

No primeiro debate do segundo turno, pela telinha da Bandeirantes, um estranho Aécio, que não gosta de ser incomodado com perguntas ácidas, voltou ao ataque chamando Dilma Rousseff de "leviana".

Não à toa que o índice de rejeição ao candidato vem aumentando em todas as pesquisas eleitorais. Pela última do Datafolha, quase 40% dos eleitores não votariam no tucano de jeito nenhum.

Calma, Aécio! Daqui a quatro anos tem outra eleição. O show de machismo, cada vez mais repugnante, vai terminar provocando uma nova onda, agora pró-Dilma.

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Nova pesquisa Datafolha: Aécio 51% e Dilma 49%

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Pesquisa Datafolha divulgada nesta quarta-feira (15) aponta os seguintes percentuais de votos válidos no segundo turno da corrida para a Presidência da República:

- Aécio Neves (PSDB): 51%

- Dilma Rousseff (PT): 49%

Para calcular esses votos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição.

A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal "Folha de S.Paulo".

De acordo com o Datafolha, "o segundo turno da disputa pela Presidência da República continua empatado após a retomada das propagandas no rádio e na TV".

Votos totais

Se forem incluídos os votos brancos e nulos e dos eleitores que se declaram indecisos, os votos totais da pesquisa estimulada são:

- Aécio Neves (PSDB): 45%

- Dilma Rousseff (PT): 43%

- Em branco/nulo/nenhum: 6%

- Não sabe: 6%

Na margem de erro, os candidatos estão empatados tecnicamente.

No levantamento anterior do instituto, divulgado no dia 9, Aécio tinha 46% e Dilma, 44%.

O Datafolha ouviu 9.081 eleitores em 366 municípios nos dias 14 e 15 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. Isso significa que, se forem realizados 100 levantamentos, em 95 deles os resultados estariam dentro da margem de erro de dois pontos prevista. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01098/2014. (Com informações do G1)

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Olhar especial

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NETO-E-GEDDEL fotodivulgacao postagembocaonews

Por Marco Wense

O prefeito soteropolitano, o demista ACM Neto, obviamente do Partido do Democratas (DEM), ex-PFL, anda dizendo que o candidato Aécio Neves prometeu um "olhar especial" para a Bahia.

O problema é que o ex-governador de Minas diz a mesma coisa em todo o Estado que faz campanha, que vai ter um "olhar especial" para aquele povo, aquela gente, etc e tal.

Outra de ACM Neto: "Muitos dos que olhavam Aécio com ceticismo veem hoje que ele é favorito para vencer as eleições". Ora, o chefe do Executivo, até bem pouco tempo atrás, integrava o grupo dos pessimistas.

A declaração de ACM Neto atingiu de cheio Geddel Vieira Lima, que chegou a entrar na Justiça eleitoral para impedir que o adversário, o também candidato a senador Otto Alencar, vinculasse sua imagem a de Aécio.

O ex-ministro de Lula não vai vestir a carapuça. Inquestionável é o fato de que todos, aí incluindo o próprio Geddel, agora, somente agora, viraram aecistas desde criancinhas.

Mensalão

A candidata ao Senado na chapa de Lídice da Mata, Eliana Calmon, para justificar sua opção pela candidatura do tucano Aécio Neves, diz que o apoio a Dilma se tornou inviável depois que os petistas "destroçaram" Marina Silva.

O ataque mais violento e eleitoralmente devastador partiu dos tucanos, quando disseram que Marina, ex-ministra do governo Lula, tinha sido tolerante, complacente com o escândalo do mensalão.

Depois do fulminante ataque, a candidata do PSB começou a despencar nas pesquisas de intenções de voto. Marina é a mais nova hóspede do ninho tucano. É bom lembrar que a tal da "nova política" pregava o fim da polarização entre o PT e o PSDB.

Infidelidade

Comissões provisórias que descumpriram decisão do comando estadual para votar em Rui Costa (governo da Bahia) e Otto Alencar (Senado) serão destituídas depois do segundo turno presidencial. Até as freiras do Convento das Carmelitas sabem quem são os dirigentes infiéis.

Aqui em Itabuna, por exemplo, teve dirigente partidário jogando as praguinhas de Rui e Otto na lata do lixo. Votou e fez campanha para Paulo Souto, Geddel Vieira Lima e Aécio Neves.

Prefeituráveis

De um lado, o deputado reeleito Augusto Castro como maior liderança do tucanato no sul da Bahia. Do outro, um Geraldo Simões que não conseguiu sua re-reeleição para o parlamento federal.

O tucano não esconde o desejo de disputar a prefeitura de Itabuna na sucessão de 2016. O petista não diz nada. Já tem gente achando que Geraldo pode sair do PT se o prefeito Vane retornar a sua antiga casa.

Correligionários do ex-gestor do Centro Administrativo acham que o maior obstáculo que Geraldo tem pela frente é reconquistar ex-amigos e ex-aliados, já que o Geraldo de hoje não é mais, digamos, o "minha pedinha" de priscas eras, como diria o saudoso jornalista Eduardo Anunciação.

Esqueceram de mim

Os escândalos do mensalão mineiro e do metrô paulistano estão tiririca da vida com o também escandaloso esquema da Petrobrás. Falam que só ele aparece na telinha e no noticiário político dos "jornalões".

Ficam se lamentando pelos cantos. Querem o mesmo tratamento dado ao PT. O mensalão mineiro desabafa: "chega de injustiça". O do metrô, que causou um rombo de bilhões de reais, brada: "chega de perseguição ao PSDB". Quando o assunto é corrupção, a estrela é o PT. O PSDB, coitadinho, não tem fez, pelos menos na chamada "grande imprensa".

Medo

Aquele medo que o eleitor tinha de Marina Silva, com todas as suas contradições, passou para o tucano Aécio Neves, que agora é defensor dos índios e de uma profunda reforma agrária.

Tem também o medo do desemprego e de uma política de achatamento do salário mínimo, já que Armínio Fraga, que será o ministro da Fazenda em um eventual governo tucano, disse que "o salário é muito alto no Brasil", deixando os trabalhadores assustados.

E por falar em Marina, a ex-petista conseguiu, com sua declaração de apoio ao candidato do PSDB, enterrar a "nova política", rachar o PSB e acabar com a Rede.

A esperança virou uma triste e inesperada decepção. Marina Silva é uma tucana-ambientalista-socialista-neoliberal.

OBS: Chamada: "Comissões provisórias que descumpriram decisão do comando estadual de apoiar Rui Costa e Otto Alencar serão destituídas"

 

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Pesquisa mostra novo empate técnico entre Dilma e Aécio

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Pesquisa Vox Populi divulgada na segunda-feira, 13, mostrou empate técnico na disputa do segundo turno da eleição presidencial entre Dilma Rousseff, que tenta a reeleição pelo PT, e o candidato do PSDB, Aécio Neves, com vantagem numérica para a presidente.

Segundo o levantamento realizado no sábado e domingo, Dilma tem 45% das intenções de voto contra 44% de Aécio. A margem de erro da pesquisa é de 2,2 pontos percentuais.

Os eleitores que planejam votar em branco ou nulo somam 55%, e os indecisos outros 5%. Considerando apenas os votos válidos (que excluem os brancos, nulos e indecisos), a presidente tem 51% e o tucano soma 49%.

As pesquisas mais acompanhadas pelos analistas, Datafolha e Ibope, divulgaram na quinta passada levantamentos que mostravam empate técnico, mas com vantagem numérica para Aécio.

Pelo eleitorado total, o placar favorável ao tucano era de 46 a 44 por cento; pelos votos válidos era de 51 a 49 por cento. A margem de erro das duas pesquisas é de 2 pontos percentuais.

No levantamento divulgado nesta segunda, o Vox Populi ouviu 2.000 eleitores em 147 municípios.

Do Jornal A Tarde

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Perversa parcialidade

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* Marco Wense

Dilma RousseffDilma RousseffA parcialidade da chamada "grande imprensa" com a disputa presidencial, deixando de lado a indispensável isenção na cobertura jornalística, é algo lamentável.

Concordo até que os meios de comunicação tenham sua preferência por uma determinada candidatura. Essa escolha, no entanto, não pode prejudicar e nem deturpar o noticiário político, sob pena de perda de credibilidade.

Quer apoiar uma candidatura, tudo bem. Mas faça editorialmente. O leitor ou telespectador tem o direito de mudar de canal ou não comprar o jornal que manifesta opinião contrária à sua.

Alguns "jornalões", principalmente do eixo Rio-São Paulo, vêm tendo um comportamento deplorável na sucessão presidencial, distorcendo, escondendo os fatos e manipulando informações a favor do candidato Aécio Neves (PSDB).

Não se fala mais do mensalão tucano-mineiro, que foi o embrião do mensalão petista, nem do escândalo do metrô no governo Alckmin, que de acordo com o promotor responsável pelo caso, Marcelo Mendroni, envolveu bilhões de reais.

São dois escândalos que só serão lembrados depois da eleição, já que dizem respeito a Minas, terra do candidato Aécio Neves, e a São Paulo, onde o presidenciável teve uma boa votação no primeiro turno.

A presidente Dilma Rousseff, que busca legitimamente o segundo mandato, termina tendo razão quando diz que o PSDB gosta de jogar a sujeira para debaixo do tapete, alimentando a grande aliada dos criminosos engravatados, sem dúvida a impunidade.

Em relação à roubalheira na Petrobrás, o governo da presidente Dilma fez o que tinha de ser feito. A eficiente e honrosa Polícia Federal prendeu os abutres do dinheiro público. Os larápios da coisa pública deveriam apodrecer na cadeia, sem dó, piedade e compaixão.

E as manchetes? É aí que o parcialismo se mostra escancarado. Um dos jornalões sapecou: "O PT foi o partido mais votado nas prisões de SP". No Nordeste, os desinformados votam em Dilma. Em São Paulo, os ladrões.

Armínio Fraga, já anunciado por Aécio Neves como seu ministro da Fazenda, abriu a boca e disse: "O salário mínimo está muito alto no Brasil". Silêncio total. Nem uma manchetinha e, muito menos, qualquer comentário.

Se fosse Guido Mantega que dissesse tamanha prova de que tucano não gosta de trabalhador, os "jornalões" dariam a manchete no alto da primeira página e com letras graúdas: "O salário mínimo está muito alto no Brasil, diz Mantega".

Concluo dizendo que a eleição presidencial de 2014 vai ficar na história política da República do Brasil como a que juntou toda a imprensa do Rio e de São Paulo contra uma candidatura. A chamada "grande imprensa".

Só um "coração valente" para suportar toda essa perversa parcialidade.

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Para Dilma, o futuro do Brasil está na igualdade de oportunidades às crianças

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A presidenta Dilma Rousseff, candidata à reeleição, acredita que o futuro do Brasil depende da Educação, com atenção especial às crianças. "A raiz da desigualdade está na diferença de oportunidades na primeira infância", disse a presidenta ao reafirmar o compromisso do Governo Federal de apoiar a construção de 6 mil creches por todo o País. O governo Lula e Dilma valoriza o papel fundamental da democratização da Educação no exercício da cidadania e colocou o setor no foco de seu projeto de desenvolvimento para o Brasil. O investimento do Orçamento Federal em Educação passou de R$ 18 bilhões, em 2002, para R$ 112 bilhões em 2014, um crescimento real de 223%.

Para garantir o futuro das políticas públicas para a Educação, Dilma sancionou, em julho, o Plano Nacional de Educação (PNE), que garante investimento de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) no setor, que consta entre as 20 metas e estratégias traçadas para o setor para os próximos 10 anos. "Nós aumentamos os investimentos em Educação a cada ano do meu governo, mas vamos fazer muito mais. Isto será possível porque, em 2013, tivemos uma vitória histórica, que foi a aprovação, no Congresso, da lei que propusemos e que destina 75% dos royalties do petróleo para investimentos em Educação", destaca Dilma.

Para a presidenta, uma criança que tem acesso aos estímulos adequados na primeira infância terá maiores e melhores condições de absorver o aprendizado no futuro, especialmente na alfabetização. "Isso é algo que revolucionará o País. Por isso que nós assumimos fazer creche. Antes não existia essa política de fazer creche e pré-escola", disse.

A meta é garantir a todas as crianças, desde cedo, os estímulos pedagógicos e cuidados de qualidade tão necessários a sua formação. A presidenta Dilma tem deixado claro em seus discursos que as creches são uma maneira de atacar a desigualdade em sua raiz, dando a mesma oportunidade de formação e estímulo a todas as crianças, além de apoiar as mães que trabalham fora.

O Governo Federal, nos últimos 12 anos, passou a apoiar os municípios no processo de expansão de vagas para a Educação Infantil. No governo Lula, foi contratada a construção de 2.543 creches e, no governo Dilma, até maio de 2014, mais 6.036 creches tiveram recursos autorizados para construção. Hoje, estão em funcionamento e já entregues 2.052 unidades. "Também estão em construção, com obras contratadas, sem nenhum problema, 4.055", ressaltou Dilma. Outras 2.283 já foram contratadas e estão em fase inicial de construção.

Mais Educação

No governo Dilma, foi reduzido de sete para seis anos a obrigatoriedade do início da escolarização. Também foi sancionado o Plano Nacional de Educação (PNE) que, entre outras metas, determina a universalização da pré-escola para as crianças de quatro a cinco anos. A meta para próximo governo é, a partir de 2016, tornar como obrigatória a idade de 4 anos para o início da escolarização. "Essa geração agora é a primeira que não passou fome e teve acesso à Educação. Até 2016, temos de universalizar, colocar na escola todas as crianças de 4 e 5 anos. É isso que temos que garantir a todos os brasileirinhos", exaltou a presidenta.

Além disso, como o objetivo de melhorar o aprendizado, o Governo Federal implementou o programa Educação em Tempo Integral, que amplia a jornada escolar para no mínimo sete horas diárias. Atualmente, quase 50 mil escolas em todo o País aderiram ao programa, sendo 32 mil com maioria de alunos beneficiários do Bolsa Família.

Além das disciplinas regulares, os estudantes contam com atividades de orientação de estudos, leitura e acompanhamento pedagógico, esporte e lazer, comunicação, artes, cultura digital, educação ambiental, economia solidária e criativa, entre outras. Para o segundo mandato, a meta é manter a ampliação e a qualificação da rede de educação em tempo integral, de forma que atinja até 20% da rede pública, até 2018.

O resultado positivo das ações do governo Dilma na Educação apareceu na Pesquisa Nacional por Amostras de Domicílio (Pnad) de 2013, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo o relatório, o número de crianças entre 4 e 5 anos na escola chegou a 81,2%, o que significa crescimento de 3,1 pontos percentuais em relação às taxas de 2012 (78,1%). Já a taxa na faixa etária de 6 a 14 anos na escola, que corresponde ao ensino fundamental, chegou a 98,4%.

Mais Saúde

Paralelamente à Educação, o Brasil reduziu a mortalidade infantil em 77%. Em 1990, o País registrou 62 mortes de crianças a cada mil nascidos vivos. Já em 2012, foram 14 mortes a cada mil nascidos, segundo dados do relatório do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), no qual o Brasil se destaca no cenário internacional como um dos países que mais reduziu a mortalidade infantil nos últimos anos.

O relatório aponta alguns fatores como essenciais para a redução obtida pelo Brasil, como o foco na atenção primária de saúde, a melhoria no atendimento materno e ao recém-nascido, a promoção do aleitamento materno, a expansão da imunização e a criação de incentivos de proteção social, como os programas de transferência de renda.

O segundo mandato da presidenta Dilma prevê, ainda, a expansão do Programa Mais Médicos, uma das iniciativas do Governo Federal fundamental para o País diminuir ainda mais mortalidade infantil (até 1 ano). O alcance será por meio de três ações: qualidade do pré-natal; assistência ao parto; e atendimento à criança de até 2 anos de idade como prioridade do programa.

O atendimento médico será ampliado no segundo mandato da presidenta Dilma, que vai criar um novo programa, complementar ao Mais Médicos. É o 'Mais Especialidades', será uma rede de clínicas com especialistas e exames de apoio diagnóstico para acabar com a espera por atendimento em todo o Brasil. A meta é criar, em todas as regiões, uma rede de unidades especializadas integradas, com consultas, inclusive de pediatria. Além das consultas, as clínicas oferecerão exames, tratamentos e reabilitação.

A presidenta Dilma também dará continuidade e vai fortalecer o programa de imunização por meio de vacinas. Hoje, o governo garante gratuitamente todas as vacinações recomendadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS). O programa Saúde na Escola também vai continuar levando atendimento oftalmológico, bucal e acompanhamento preventivo para estudantes do ensino básico.

Bolsa Família

O Bolsa Família foi um dos maiores responsáveis por 36 milhões de brasileiros terem saído da extrema pobreza. Entre as diversas conquistas do maior programa de transferência de renda do mundo está o aumento da altura média das crianças atendidas pela iniciativa. A altura é considerada o indicador mais confiável da melhora na nutrição da população.

Dados apresentados pelo Ministério do Desenvolvimento Social (MDS) mostram que, entre 2008 e 2012, as meninas de 5 anos ficaram 0,7cm mais altas, e os meninos, 0,8cm. Este aumento, em apenas quatro anos, é creditado diretamente à melhoria no acesso à alimentação e à saúde nos primeiros anos de vida.

Mais Esporte

O segundo mandato do governo Dilma também dará continuidade ao programa Bolsa Atleta, auxílio financeiro que permite aos jovens atletas se dedicarem com afinco à sua formação e aprimoramento técnico. Em vigor desde 2005, o programa já pagou mais de 43 mil bolsas e atende aos esportistas em quatro categorias: estudantil, nacional, internacional, olímpica e paraolímpica.

Por meio do programa, os atletas recebem uma contribuição mensal, que varia de acordo com os resultados obtidos nas competições, que possibilita que se dediquem à carreira esportiva. Em contrapartida, o beneficiado deve cumprir pré-requisitos, como estar matriculado em instituições de ensino, participar de competições, ter vínculo com entidades esportivas e comprovar participação em treinamentos.

Além da Bolsa Atleta, o Governo Federal está construindo 263 Centros de Iniciação ao Esporte, em mais de 260 municípios do Brasil, que acolherão treze modalidades esportivas. Estes centros propiciarão infraestrutura adequada ao surgimento dos futuros talentos esportivos brasileiros, e elevarão a um novo patamar as condições e a estrutura para a prática dos mais diversos esportes no País.

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De volta ao PT

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Por Marco Wense

Claudevane Leite (Foto: Pedro Augusto)Claudevane Leite (Foto: Pedro Augusto)O próprio processo eleitoral se encarregou de pavimentar o caminho do prefeito Claudevane Leite de volta ao PT, removendo alguns obstáculos que poderiam criar dificuldades para o chefe do Executivo.

A derrota de Geraldo Simões para o parlamento federal foi comemorada por petistas que defendem o retorno de Vane. O ex-gestor de Itabuna não conseguiu seu terceiro mandato consecutivo (re-reeleição).

Entre os petistas pró-Vane, dois deles se destacam como os mais entusiasmados e fervorosos: o presidente estadual da legenda, Everaldo Anunciação, e o deputado federal Josias Gomes.

A eleição de Rui Costa para o Palácio de Ondina, com uma espetacular vitória no primeiro turno, deixando tucanos, democratas e peemedebistas atônitos, vitaminou as chances de Vane de trocar o PRB pelo PT.

Consultando o "Datawense", cuja credibilidade é infinitamente superior a do Ibope, a possibilidade do prefeito retornar a sua ex-agremiação partidária é de 90%. Antes da eleição era 10%.

Geraldo Simões, abatido e politicamente fraco, não tem como enfrentar o reeleito deputado Josias Gomes e, muito menos, Everaldo Anunciação, o comandante-mor do PT na Bahia.

Se depender do governador Jaques Wagner – cotadíssimo para assumir um importante ministério se a presidente Dilma for reeleita –, o prefeito de Itabuna entra no PT amanhã.

E por falar em Jaques Wagner, é o primeiro da fila se Lula não disputar a próxima sucessão presidencial (2018). É o candidato da presidente Dilma Rousseff e de expressivas lideranças do PT e das legendas da base aliada.

O comando estadual do Partido dos Trabalhadores fica na espera de uma resposta do prefeito Claudevane Leite. Não depende mais da vontade de Geraldo Simões e nem da posição do diretório municipal.

PS (1) – A melhor coisa que pode acontecer para a Bahia, principalmente para o sul do Estado, é a reeleição da presidente Dilma Rousseff.

PS (2) – Obras como a Ferrovia Oeste Leste, Porto Sul, barragem do Rio Colônia, duplicação da rodovia Ilhéus-Itabuna, construção da nova ponte Ilhéus - Pontal e do Hospital Regional da Costa do Cacau não ficariam sob o manto da incerteza em um eventual governo do PSDB.

PS (3) – A Região, mais especificamente Itabuna, não pode jogar fora a grande oportunidade de ter um prefeito do mesmo partido do governador e da presidente da República, sem falar na real possibilidade de Wagner assumir um importante e cobiçado ministério, como o da Integração Nacional.

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Dilma e Wagner criticam discriminação do PSDB contra o nordestino

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Petistas fizeram festa nas ruas de Salvador (Foto: Schirley Lima - PT Ba)Petistas fizeram festa nas ruas de Salvador (Foto: Schirley Lima - PT Ba)

A presidente Dilma Rousseff, em visita ontem (09) a Salvador, criticou os ataques discriminatórios que o nordeste vem sofrendo por causa da expressiva quantidade de votos que ela teve nesta região.

A discriminação é alimentada por setores do PSDB, do candidato Aécio Neves, a exemplo das declarações do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso entrevista ao portal "Uol", um dia após o primeiro turno das eleições.

O ex-presidente tucano, numa infeliz afirmação, disse que "o PT está fincado nos menos informados, que coincide de ser os mais pobres. Não é porque são pobres que apoiam o PT, é porque são menos informados", atacou.

Dilma disse que não podemos deixar de valorizar a diversidade e considerou muito grave atribuir a votação dela no primeiro lugar com o este discurso: as pessoas que votaram não são qualificadas, são desinformadas, não sabem o que estão fazendo.

Ela disse que essa é uma conversa velha e que veio "aqui dizer que não só agradeço, mas eu respeito extremamente essas pessoas, esses cidadãos e cidadãs que votaram em mim e me orgulham muito esses votos".

A presidente, que veio à Bahia agradecer e humildemente pedir votos para o segundo turno para a Bahia e o Brasil avançar mais, pontuou ainda que "sem o nordeste, sem a Bahia, este país não seria a nação que nós amamos, não seria o país que defendemos e pelo qual lutamos todos os dias.".

Dilma fez estas declarações no Museu do Ritmo em reunião com prefeitos (as) vereadores, ex-prefeitos (as), deputados (as) e outras lideranças, acompanhada pelo governador Jaques Wagner e pelos eleitos Rui Costa (governador) João Leão (vice) e Otto Alencar (senador).

O discurso do governador foi contra as mentiras proferidas durante a campanha e a discriminação após a derrota. "Mentiram muito, mas a mentira tem pernas curtas, disse Wagner em tom de desabafo".

 

Trabalho para sustentar

Ele entende que "a palavra encanta, mas o que sustenta é o trabalho realizado". Ele agradeceu o apoio e disse que ficou muito gratificado por ter elegido um jovem para governar a Bahia.

Quanto à discriminação contra o povo nordestino, o governador disse que "no desespero eles estão destilando o ódio. Isso é preocupante. Não vamos tirar o valor da paz interna do nosso povo, do nosso país. Somos todos brasileiros, cada região com suas características."

No encontro, representando as prefeituras, discursou a prefeita de Nova Redenção, Ana Guadalupe, onde Dilma teve 87,97% dos votos e Rui 88,70. Ela agradeceu a atenção que os governos Wagner e Dilma deram aos municípios e disse confiar que o projeto terá segmento.

O vice-governador eleito, João Leão destacou os programas sociais e os investimentos em infraestrutura a exemplo das obras da Ferrovia de Integração Leste Oeste.

Já Otto Alencar, que derrotou Geddel na disputa pela vaga do senado agradeceu às lideranças, população,Wagner e Dilma. Ele também mandou os agradecimentos para o ex-presidente Lula. Otto aproveitou e prestou homenagem ao vereador Waldir Pires, ex-governador da Bahia.

Após a reunião no Museu do Ritmo, a comitiva visitou o memorial Irmã Dulce e foi a Igreja do senhor do Bonfim onde foi recebida por uma multidão.

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Ibope: Aécio, 46; Dilma, 44. Datafolha: Aécio, 46; Dilma, 44 %

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Os institutos Ibope e Datafolha divulgaram agora à noite, a primeira rodada de pesquisa do segundo turno das eleições presidenciais no Brasil. Os números mostram que Aécio Neves, PSDB, e Dilma Rousseff, PT, estão empatados tecnicamente. Veja os números:

Ibope 
Aécio Neves (PSDB) - 46%
Dilma Rousseff (PT) - 44%
Branco/nulo - 6%
Não sabe/não respondeu - 4%

VOTOS VÁLIDOS
Aécio – 51%
Dilma – 49%

O Ibope ouviu 3.010 eleitores em 205 municípios nos dias 7 e 8 de outubro. O nível de confiança é de 95%, o que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de dois pontos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-01071/014.

Datafolha 
Aécio Neves (PSDB) - 46%
Dilma Rousseff (PT) - 44%
Em branco/nulo/nenhum - 4%
Não sabe - 6%

VOTOS VÁLIDOS
Aécio – 51%
Dilma – 49%

O Datafolha ouviu 2.879 eleitores em 178 municípios nos dias 8 e 9 de outubro. O nível de confiança é de 95%. Isso significa que, se forem realizados 100 levantamentos, em 95 deles os resultados estariam dentro da margem de erro de dois pontos prevista. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01068/2014.

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Coligação do Democratas aponta erro e quer 24ª vaga de deputado estadual

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Antonio Elinaldo está de olho na 24ª vagaAntonio Elinaldo está de olho na 24ª vagaA Coligação Unidos para uma Bahia Melhor, encabeçada pelo Democratas, ingressou nesta quarta-feira (8) com uma petição junto ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) reivindicando a 24ª vaga de deputado estadual sob a alegação de que houve erro no cálculo na distribuição das cadeiras para a Assembleia Legislativa. Baseado nos números oficiais divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o partido realizou cálculos e constatou uma divergência entre o total de vagas da coligação apresentada pela Justiça Eleitoral e o número encontrado pelo partido.

De acordo com a Justiça Eleitoral, a coligação elegeu 23 parlamentares, enquanto o número correto seria 24. Neste caso, o candidato Antônio Elinaldo (DEM), líder da oposição em Camaçari, assumiria esta vaga. Em contrapartida, o deputado Marcelino Galo, do PT, passaria a ser o primeiro suplente da coligação adversária, deixando a mesma com 29 parlamentares, em vez dos 30 divulgados pela Justiça Eleitoral. Ao ser comunicado, o deputado estadual Paulo Azi acionou imediatamente o departamento jurídico para que todas as providências fossem adotadas no sentido de corrigir o erro que prejudica de forma direta o Democratas.

Assinada por Ademir Ismerin, advogado da coligação encabeçada pelo Democratas, a petição foi encaminhada ao juiz presidente da Comissão Apuradora do TRE baiano. O erro foi constatado na distribuição da última vaga. Na Bahia houve 6.830.468 votos válidos, segundo a Justiça Eleitoral, o que dá um coeficiente de 108.420. Esse cálculo é feito pela divisão dos votos válidos pelo número de vagas que, no caso da Bahia, são 63.

Na primeira distribuição, 59 parlamentares automaticamente se elegeram por diversas partidos. Restaram, portanto, quatro vagas para serem preenchidas pelo cálculo das sobras. A primeira coube ao Democratas, coligação que teve a maior média (107.494,3). A segunda ficou com o PT (média de 106.211,9), a terceira, ao PSB (com média de 103.641,7) e a última caberia ao Democratas (média de 103.015,3), mas ficou com o PT, que apresentou uma média inferior (102.671,5).

"Trata-se de um erro grave e que somente foi constatado porque decidimos fazer contas. Se o sistema é único, é bem provável que esteja acontecendo em todo o país, prejudicando candidatos de todos os partidos. A Justiça Eleitoral precisa explicar por que cometeu um erro tão grave", disse o presidente do Democratas de Camaçari, Helder Almeida. Ele acrescentou, ainda, que o Ministério Público Eleitoral tem a obrigação de apurar as eventuais irregularidades e punir os responsáveis. "Quero saber se foi erro do programa de cálculo ou ação deliberada de alguém".

Helder Almeida disse, ainda, esperar que o TRE reconheça o erro e corrija imediatamente o grave erro. "Nós estamos baseados em números oficiais. A matemática é uma ciência exata e nossos cálculos estão certos. Cabe à Justiça Eleitoral apenas conferir, reconhecer o erro e alterar a relação de eleitos na Bahia. Já o Ministério Público Eleitoral precisa se pronunciar sobre o caso".

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