PT, PSDB e seus escândalos

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* Marco Wense

Fernando Henrique CardosoFernando Henrique CardosoNão é fácil mensurar quem roubou mais, quem mais assaltou os cofres públicos, quem foi o mais safadinho, descaradinho e espertinho, se o PT ou o PSDB.

"Como brasileiro, sinto vergonha", diz o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso sobre o escândalo da Petrobras. Que coisa, hein! O FHC indignado com a corrupção. Vai terminar virando uma figura folclórica.

Ora, ora, o cartel das construtoras rouba a Petrobras há pelo menos 15 anos, desde que a empresa era comandada por Henri Philippe Reichstul, nomeado pelo então presidente FHC para o cobiçado cargo.

Esse Henri causou prejuízos bilionários trocando ativos da estatal com a espanhola Repsol. Ficou conhecido por tentar privatizar a Petrobras. Chegou até a propor a mudança do nome Petrobras para Petrobrax.

Durante o reinado de FHC, Paulo Roberto Costa, réu no processo que investiga o desvio de bilhões de reais na Petrobras, foi gerente de Produção e Exploração (1995), diretor da Gaspetro (1997) e diretor geral.

Na era FHC, os réus viravam vítimas com o bolso cheio, os delegados eram afastados e os juízes removidos. Alguém se lembra de um mangangão preso no governo FHC ou de alguma devolução de dinheiro?

E os mensalões? Ora, ora, o Ministério Público Federal considerou o mensalão do PSDB como o embrião do mensalão do PT. Tem algum mangangão tucano preso? Nem manganguinho.

A diferença do lamaçal petista para o tucano é na impunidade. Os larápios petistas foram julgados e condenados. Os gatunos tucanos sequer foram a julgamento. Continuam livres e soltos.

Ora, ora, o combate à corrupção no governo Dilma Rousseff alcançou as esferas dos corruptores. A Operação Lava Jato vai terminar fortalecendo a presidente: "Não vou deixar pedra sobre pedra".

Alguns jornalistas, ainda inconformados com a derrota de Aécio Neves, escrevem que a prisão de gente graúda se deve a instituições que funcionam com independência, citando o Ministério Público, Polícia Federal, o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal (STF).

Ora, ora, por que essas instituições não tiveram o mesmo procedimento no governo FHC? Não eram independentes? Agiam de acordo com os interesses do Executivo, do mandatário-mor de plantão?

A reeleita presidente Dilma Rousseff tem razão quando diz que a Operação Lava Jato vai "mudar para sempre as relações entre a sociedade brasileira, o Estado e as empresas privadas".

O lado cômico do escândalo da Petrobras é FHC se dizendo envergonhado com a corrupção. Das duas, uma: ou tomou alguma pancada na cabeça ou sofre de "memorinite".

Ao admirar exageradamente a sua própria imagem, o príncipe da privataria tucana esquece que tem telhado de vidro e bico quebradiço.

 

Manoel Leal

Toda vez que acontece um fato político com o protagonista indo direto ao assunto, sem evasivas e subterfúgios, me lembro do saudoso jornalista Manoel Leal.

O fundador do semanário A Região, hoje sob a batuta do filho, o não menos polêmico e destemido Marcel Leal, não tergiversava frente a uma decisão, por mais complicada que fosse.

Essa semana, por exemplo, lembrei de Manoel Leal quando Silvio Santos deu um "não" a Rachel Sheherazade, jornalista, apresentadora e âncora do jornal SBT Brasil.

Rachel queria o aval do patrão para criticar a presidente Dilma Rousseff. Silvio Santos, sem titubear, disse: "Olhe, Rachel, se o Aécio tivesse vencido, tudo bem. Mas como a Dilma ganhou, é melhor você continuar calada".

A paixão de Leal pelo jornalismo era indescritível. Dia de domingo não era dia de descanso, e sim de muito trabalho. Manoel Leal, muito feliz da vida, distribuía pessoalmente o jornal.

A sinceridade de Manoel Leal assustava. Escrevia o queria escrever, dizia o que queria dizer. "Manoel Leal nos ofereceu ensinamentos, nos ofereceu lições de coragem", dizia o saudoso Eduardo Anunciação.

Anunciação, meu querido primo e amigo, parceiro no então blog Política, Gente e Poder, tinha uma verdadeira admiração por Leal: "Foi o vinagre, fel para os poderosos, como foi o açúcar, vinho, o mel para os amigos".

 

Aécio, o oposto de Tancredo

Tancredo NevesTancredo NevesAécio Neves, derrotado por Dilma Rousseff na sucessão da própria Dilma, é neto do já falecido Tancredo Neves, eleito presidente do Brasil pelo famigerado Colégio Eleitoral (1985).

Aécio, que aparentava ser seguidor das regras democráticas, um conciliador como o avô, não consegue esconder sua torcida por um "terceiro turno".

O ex-governador de Minas cospe na biografia do avô. O jornalista Sérgio Saraiva tem razão quando diz que "Aécio Neves, na encruzilhada da vida, entre Tancredo e FHC, fez a escolha errada".

Aécio não tem nada do avô Tancredo, mas tudo do emplumado Fernando Henrique Cardoso, o mais exótico e narcisista dos tucanos.

 

 

Bancada das Empreiteiras

Juntas, como estivessem de mãos dadas, as empreiteiras, hoje sob investigação da Operação Lava Jato, doaram R$ 47 milhões a 255 parlamentares filiados ao DEM, PSDB, PT, PMDB e PP.

O principal beneficiário foi o deputado Alexandre Leite (DEM-SP) com mais de R$ 2 milhões. O baianinho Lúcio Vieira Lima, do PMDB, foi agraciado com R$ 1 milhão.

 

1, 2, 3

A CPI da Petrobras no Senado cancelou reunião pela quinta vez. Dos 13 integrantes, somente três compareceram: o presidente da CPI, Vital Rêgo (PMDB-PB), o relator José Pimentel (PT-CE) e Aníbal Diniz (PT-AC).

Senadores do PSDB e do DEM faltaram. A reunião foi cancelada por falta de quórum. É a prova inconteste de que todo esse alvoroço oposicionista com o escândalo da Petrobras é puro teatro.

É bom lembrar que tucanos e petistas fizeram um acordo na CPI da Câmara dos Deputados. Um acordão. Diante dos holofotes, são ferrenhos adversários. Nos bastidores, o que prevalece é o incrustado e enraizado corporativismo.

Besta, e também culpado, é o eleitor que não procura separar o joio do trigo, votando em candidato ficha suja, mais sujo do que "pau de galinheiro", como diz a sabedoria popular.

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Corpo do ex-ministro Márcio Thomaz Bastos é velado na Assembleia de São Paulo

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Do G1

Bastos foi internado na terça-feira (18) para tratamento de descompensação de fibrose pulmonarBastos foi internado na terça-feira (18) para tratamento de descompensação de fibrose pulmonar

O corpo do advogado e ex-ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos, de 79 anos, é velado na Assembleia Legislativa de São Paulo na tarde desta quinta-feira (20). O caixão chegou à Assembleia pouco.

Está previsto que o velório seguirá até as 8h desta sexta-feira (21). Em seguida, seguirá para o Cemitério Horto da Paz, em Itapecerica da Serra, Grande São Paulo, onde será cremado ainda no início da manhã.

Márcio Thomaz Bastos morreu na manhã desta quinta-feira (20) no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo.Bastos foi internado na terça-feira (18) para tratamento de descompensação de fibrose pulmonar, segundo boletim médico divulgado pelo hospital.

A assessoria de imprensa do Palácio do Planalto informou que a presidente Dilma Rousseff viajou para São Paulo para participar do velório.

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Prefeito de Ilhéus apresenta Projeto do Código Tributário a vereadores

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Reunião sobre o Código Tributário de Ilhéus - Foto Alfredo Filho okReunião sobre o Código Tributário de Ilhéus - Foto Alfredo Filho O prefeito de Ilhéus, Jabes Ribeiro, reuniu, na semana passada, 13, a bancada de apoio ao governo na Câmara para apresentar a Proposta de Lei (PL) que atualiza o Código Tributário do Município. Participaram os vereadores Tarcísio Paixão, James Costa, Nerival Reis, Roque do Sesp, Valmir de Inema, Raimundo do Basílio, Aldemir Almeida, Gilmar Sodré, Luis Carlos Escuta, Gurita e Ivo Evangelista, além dos secretários municipais de Planejamento, Joaquim Bastos, de Finanças, Raimundo Souza, de Meio Ambiente e Urbanismo, Antonio Vieira, o Procurador Geral, Otávio Carmo, o Chefe do Setor de Tributos, Fernando Fernandes e o diretor da empresa JurisData, Artur Mattos, responsável pelo processo de atualização.

No encontro, o prefeito destacou a necessidade de revisar a lei tributária para aperfeiçoar a arrecadação de impostos, principalmente aqueles atribuídos ao município, como o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), além de atender a uma exigência legal da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) com vistas a um constante esforço para aumentar as contribuições aos cofres públicos.

Com esse intuito, o professor Artur Mattos apresentou a proposta de implantação da Planta Genérica de Valores (PGV), que caminha em conjunto com a atualização tributária, através da adoção de critérios para a apuração do valor venal (de mercado) de uma série de imóveis, que dará base para correção de valores do IPTU e do ITIVI (Imposto de Transmissão de Imóveis Intervivos).

De acordo com Mattos, a maior parte das PGV dos municípios brasileiros está desatualizada. O projeto prevê, então, o recadastramento dos imóveis e novos critérios para o cálculo do valor de mercado, sendo que os reajustes serão feitos gradualmente com base no valor do ano anterior, para evitar grandes diferenças anuais, mas será dado ao contribuinte o direito à contestação.

CASAS POPULARES – Uma preocupação do prefeito Jabes Ribeiro e dos vereadores presentes foi a aplicação dos novos critérios às casas populares, que são aquelas com até 100m² construídos. Segundo o chefe de tributos do município, Fernando Fernandes, das 32 mil residências cadastradas em Ilhéus,

hoje, 17 mil são populares. Com o recadastramento em curso, esse número pode até triplicar.

Dessa forma, o prefeito garantiu que todas as casas populares, com base nos critérios do PGV, serão isentas do IPTU. A medida, que livra moradores de morros, de bairros carentes e beneficiários do Minha Casa, Minha Vida, foi elogiada e aprovada pelos vereadores.

CÓDIGO TRIBUTÁRIO – Datado de 1997, o código tributário de Ilhéus foi classificado como defasado pelo professor Artur Mattos. A atualização permitirá ao município alinhar-se às novas demandas do código nacional e aperfeiçoar a contribuição, por exemplo, sobre a iluminação pública, a cobrança de Imposto Sobre Serviço (ISS) e IPTU das agências bancárias e a revisão do ICMS.

Durante a apresentação, os vereadores puderam tirar dúvidas sobre a proposta. Questionado pelos parlamentares, sobre a justeza do projeto, o prefeito Jabes Ribeiro disse que "Trata-se de uma política justa, honesta: aqueles que não podem pagar, não pagarão; mas quem pode e deve ao município terá que pagar", declarou.

Entre os principais pontos da Proposta estão: diminuição do tempo de validade da certidão negativa de débitos de 180 dias para somente 30, exigindo do empresário a constante regularidade do pagamento de seus impostos; implantação do Cadin (Cadastro Informativo dos Créditos não Quitados) para pessoas físicas e jurídicas; recadastramento de empresas; o perdão total de pequenas dívidas; e cobrança por meio do Serasa para os grandes devedores.

TRAMITAÇÃO – De acordo com Ivo Evangelista, primeiro-secretário da Câmara de Vereadores, o projeto já tramita na casa e será avaliado pelas comissões de Finanças e Constituição e Justiça. Após essa avaliação preliminar, a PL será encaminhada ao plenário, para votação em dois turnos. O vereador Professor Gurita, presidente da comissão de Constituição e Justiça, convocou seus pares à votação urgente do projeto, considerando a necessidade de o município melhorar sua arrecadação e pelo fato de só ser possível a aplicação do novo código em 2015, se aprovado ainda este ano.

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Efeito bumerangue

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* Marco Wense

O derrotado Aécio Neves, por enquanto pilotando em céu de brigadeiro, vive o seu momento de estilingue, mirando e atirando na vidraça do Palácio do Planalto.

O emplumado tucano, ainda boquiaberto com a reeleição da presidente Dilma Rousseff, prometeu, em seu primeiro discurso pós-eleição, um oposicionismo implacável, "nunca antes visto" na história política do país.

Não quer saber de conversa nem com a tucanada que comunga com a opinião de que é preciso desarmar o palanque, como defende o reeleito governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB).

"É fundamental que, depois destas eleições, se tenha uma postura de unir o Brasil", foi o que Marina Silva disse em 26 de outubro, dia da eleição do segundo turno.

Não sei se a ex-ministra de Lula continua com a mesma posição ou torce para que Aécio fique mais intransigente, o que faz lembrar a Marina Silva petista e opositora radical do então governo FHC.

Deixando Marina de lado, volto ao efeito bumerangue. É só uma questão de pouco tempo para que Aécio Neves deixe de jogar pedra no telhado do vizinho.

O governador eleito de Minas Gerais, o petista Fernando Pimentel, vai ter que reconstruir um Estado destroçado por 12 anos de governos tucanos, sendo que oito deles com Aécio no comando.

É nessa reconstrução que vai aparecer um Aécio Neves irresponsável, desorganizado e mau gestor da coisa pública. Não à toa que o candidato do PT foi eleito no primeiro turno.

Se Pimentel, que é muito próximo da presidente Dilma, resolver fazer uma oposição ao modo Aécio, coitado do senador tucano. O "quem conhece Aécio, não vota nele" vai ficar eternizado.

Vejamos alguns pontos: 1) Minas é o segundo Estado mais endividado do país. A dívida pública está estimada em 102 bilhões de reais. 2) Não se cumpria o mínimo constitucional exigido para a Educação e Saúde. 3) Faltam 1 milhão de vagas para o ensino médio. 4) A dívida na Educação é de R$ 8 bilhões e o desvio na Saúde é de R$ 5 bilhões. 5) E, por último, o golpe mortal com a extinção do Fundo de Previdência.

Ainda tem o mensalão tucano-mineiro, até hoje sem julgamento. O efeito bumerangue costuma ser demolidor, principalmente com quem tem telhado de vidro.

 

Reeleição

Claudevane Leite (Foto: Arquivo/Diário Bahia)Claudevane Leite (Foto: Arquivo/Diário Bahia)A reeleição é, sem dúvida, o tema da reforma política mais cercado de mentira, cinismo e muita demagogia. São poucos os parlamentares que defendem o segundo mandato consecutivo com convicção.

O que prevalece no movediço e traiçoeiro mundo político é o interesse individual, de um determinado grupo ou, então, de uma agremiação partidária, seja de esquerda, direita ou qualquer outro rótulo.

A maioria dos governadores eleitos foge do assunto como o diabo da cruz. Os senhores chefes de Executivo ficam na moita, já que a defesa do instituto não tem apelo popular.

Os reeleitos, por sua vez, antes favoráveis quando podiam se candidatar, são agora contrários à reeleição. São ardorosos defensores da alternância de poder.

Parece que ninguém leva a sério o fim da reeleição. Aqui em Itabuna, por exemplo, são favas contadas que o prefeito Claudevane Leite vai disputar a sucessão de 2016.

Ser contra ou a favor é um direito de todos. Inquestionável é a opinião de que a discussão sobre o tema não pode ficar refém do oportunismo eleitoral.

 

Prefeituráveis

Augusto Castro é certo. Geraldo Simões tem que disputar, sob pena de desaparecer politicamente. Não acredito na candidatura de Fernando Gomes. O ex-prefeito ficou borocochô com as derrotas de Aécio Neves, Paulo Souto e Geddel. O capitão Azevedo pode ficar inelegível. Davidson Magalhães fica na expectativa, torcendo para que a reforma política ponha um fim na reeleição. Depois é só correr atrás do apoio do chefe do Executivo. Outro nome – aposto que é de um médico – sem ligação com o fernandismo, petismo, azevismo e o vanismo pode surpreender.

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Banda podre

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* Marco Wense

Eduardo CunhaEduardo CunhaA "Bancada dos Sujos", com 73 deputados federais, é a mais numerosa da próxima legislatura, passando o PT, PMDB e o PSDB, respectivamente com 70, 66 e 54 parlamentares.

Os 73 congressistas reeleitos, o que pressupõe uma aprovação dos mandatos pelo eleitorado, respondem a 150 inquéritos e várias ações penais: corrupção, formação de quadrilha, peculato, lavagem de dinheiro, tráfico de influência, sonegação fiscal e crime contra a Lei de Licitações.

Como são "representantes" do povo e "respeitados" homens públicos, a previsão é de que não aconteça nada com nenhum deles. O nada aí é cadeia, ficar atrás das grades. Literalmente presos.

Como não bastasse a turma das mãos sujas, o Parlamento corre o risco de ser presidido por Eduardo Cunha, líder do PMDB. O deputado carioca tem mais de 50 processos contra veículos de comunicação e jornalistas.

Se Cunha fosse do PT, os jornalões e a revista Veja estariam cobrando da Associação Brasileira de Imprensa (ABI) uma posição firme em relação ao pretendente.

E por falar na ABI, ela sumiu. Escafedeu-se. Qualquer semelhança com a União Nacional dos Estudantes, a ex-atuante UNE, é fato.

 

Marina versus Dilma

Marina SilvaMarina SilvaA ex-candidata Marina Silva anda dizendo, se referindo a sua ex-rival na disputa pelo Palácio do Planalto, que "a realidade desmantela o marketing eleitoral da presidente Dilma".

A declaração da ambientalista foi provocada pela elevação da taxa básica de juros de 11% para 11,25 pelo Banco Central.

O problema é que Marina não tem autoridade para falar em mudança de comportamento. Como pré-candidata fazia uma defesa implacável da "nova política". Quando virou candidata, mudou. Chegou até a subir no palanque da família Bornhausen, em Santa Catarina.

Dizia que a polarização entre o PT e o PSDB era nociva à democracia, que nunca apoiaria nem o petismo e, muito menos, o tucanato. Terminou apoiando Aécio Neves no segundo turno.

O próximo passo político de Marina é retomar a coleta de assinaturas para legalizar a Rede Sustentabilidade. Ninguém sabe se é para ser candidata ou, quem sabe, vice de Aécio Neves (ou Alckmin) na sucessão de 2018.

 

Jornalistas

Foi um pega-pega no jornalismo político, principalmente entre os que defendiam Dilma e os que faziam campanha para Aécio.

Veja a última de Miguel do Rosário, no aguerrido e destemido blog Tijolaço: "Aécio acorda, à tarde, imaginando-se no Palácio do Alvorada, e chama sua esposa de primeira dama".

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Dilma, o PT e a oposição

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Aecio-Neves2Aécio Neves

*Marco Wense

Quando um petista se queixa das dificuldades que cercam a presidente Dilma Rousseff, eu tento acalmá-lo dizendo que é assim mesmo. Faz parte do movediço mundo político.

Dependendo do "paciente", recomendo até um chá de paquetá, feito com capim santo, limão, água de flor e açúcar. Nada de sal ou qualquer outro ingrediente.

Enfrento a crescente lamúria com um forte e consistente argumento: seria pior, muito pior, se Dilma fosse derrotada. Aí, como diz o ditado popular, nem tico nem taco.

A oposição, deixando de fora os imbecis e os idiotas que uivam por uma interferência militar, faz o seu papel. Tem legitimidade e todo o direito de se opor, reclamar e espernear.

Quem não pode criar problemas para Dilma é o PT. Temas polêmicos não devem entrar na pauta do dia, sob pena de prejudicar o necessário diálogo com os diversos segmentos da sociedade e, principalmente, com o Congresso Nacional.

O exemplo-mor do que deveria ser evitado pelo petismo, especificamente pela cúpula da legenda, é a candidatura de Lula em 2018. Só faz oxigenar o radicalismo de uma oposição ainda inconformada com a derrota.

Cabe ao PT a tarefa de bombeiro e não de incendiário. Apagar o fogo com água e não com gasolina como querem alguns aloprados. Qualquer provocação é de uma burrice inominável.

Tudo que o tucanato deseja é que o Partido dos Trabalhadores e suas lideranças caiam na sua armadilha, na arapuca do "quanto pior, melhor".

É bom lembrar que Lula desceu do palanque assim que soube da vitória de Dilma. O Lula agora é outro. É o Lulinha paz e amor.

Do outro lado, um Aécio Neves apelando até para o demônio, dizendo que "o diabo se envergonharia da campanha do PT". Xô satanás! Sangue de Cristo tem poder.

 

Aécio e o diálogo

A reeleita presidente Dilma Rousseff já deu provas, sinais e explícitas demonstrações de que quer dialogar com todos, principalmente com a oposição.

O candidato derrotado, Aécio Neves, condiciona a conversa com Dilma "ao aprofundamento das investigações e exemplares punições aos protagonistas do escândalo da Petrobrás".

O engraçado é que enquanto o senador mineiro defendia uma apuração rigorosa, o PSDB fazia um acordo com o PT na CPI da Petrobrás para blindar petistas e tucanos envolvidos no petrolão.

O PT salva o seu tesoureiro, João Vaccari Neto. E o PSDB, o empresário Leonardo Meirelles, que denunciou à Polícia Federal o recebimento de propina por vários parlamentares tucanos.

Vale lembrar que a CPI da Petrobrás foi iniciada em 2009. O então presidente nacional do PSDB, Sérgio Guerra, falecido em março deste ano, teria recebido, conforme delação de Paulo Roberto, R$ 10 milhões para esvaziá-la.

Pois é. Se Aécio Neves quer ser o "Aécio Pureza", então mude de agremiação partidária. Esse PSDB não é fácil. Qualquer semelhança com o PT não é mera coincidência.

PS – Governadores eleitos pelo PSDB, Geraldo Alckmin (SP), Beto Richa (PR), Simão Jatene (PA) e Marconi Perillo (GO), buscam uma aproximação com a presidente Dilma. Comungam com a opinião de que não se pode misturar política com o papel institucional que exercem.

 

Comemorando a miséria

A oposição comemora dados oficiais do governo de que há uma interrupção na redução de miseráveis. Houve um aumento de 3,7%. Ou seja, de 10,08 milhões para 10,45 milhões.

Ainda tem gente que condena os programas sociais dos governos Lula e Dilma. Se não fosse o tão criticado Bolsa Família, seria um Deus nos acuda. Se o comando do país estivesse sob a frieza e a insensibilidade do PSDB, os miseráveis já teriam passado de 20 milhões.

 

Galo insaciável

De um vascaíno sobre a eliminação do Flamengo na Copa Brasil: "Nem bem comeu o urubu, já pensa na raposa". Não deixa de ter duplo sentido. De qualquer maneira é um galo ousado.

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Que os senhores desçam do palanque

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dilma amigos

* Por Marco Wense

Antes de comentar o artigo de hoje, devo dizer que fui criticado por leitores contrários à minha declaração de voto na reeleição da presidente Dilma Rousseff.

Faço também um devido, oportuno e necessário esclarecimento: não sou da imprensa. Apenas um modesto e esforçado colaborador do Diário Bahia e do blog Pimenta.

Respeito quem acha que jornalista que escreve sobre política não deve dizer que vai votar em fulano ou sicrano, sob pena de perda de credibilidade.

Tenho outra opinião: prefiro o jornalista que tem lado, que defende sua posição com firmeza, sem tapeação e, principalmente, sem o deplorável e nojento puxa-saquismo.

Voltando ao comentário, confesso que cheguei a rascunhar sobre o que diria em uma eventual vitória de Aécio Neves (PSDB), já que o tucano, com mais de 70% das urnas apuradas, estava com cinco pontos percentuais na frente de Dilma.

Resolvi escrever um parágrafo – que seria o primeiro do artigo – que servisse tanto para Aécio como para Dilma, era só tirar do texto o nome do perdedor. Segue abaixo, literalmente.

"A eleição acabou. A vitória maior é da democracia, em que pese um processo eleitoral mais agressivo do que propositivo. Agora é descer do palanque e torcer para que (Aécio ou Dilma) faça um bom governo".

Ledo engano. O palanque continua armado. Não querem aceitar o incontestável resultado das urnas. Apostam na instabilidade política e na desarrumação institucional. São adeptos do quanto pior, melhor.

O que se espera de todos é responsabilidade, respeito aos Poderes da República, ao Estado democrático de direito, ao povo brasileiro e a nossa Constituição.

Que os senhores desçam do palanque. Não há mais espaço para os golpistas de plantão. A vontade popular não pode ser ameaçada pelos que uivam por ditadura.

Dilma Rousseff foi democraticamente reeleita. Ponto final.

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Prefeito de Ilhéus destaca conclusão do novo código tributário

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Prefeito Jabes Ribeiro Concede Coletiva à imprensa de Ilhéus-foto Gidelzo Silva Secom-Ilhéus 30.10.14 ESSEPrefeito Jabes Ribeiro Concede Coletiva à imprensa de Ilhéus - foto Gidelzo Silva

O prefeito Jabes Ribeiro, acompanhado do vice, Carlos Machado (Caca Machado), destacou a conclusão do projeto do novo código tributário do município, que deverá ser encaminhado para apreciação da Câmara de Vereadores, a partir da próxima semana. A informação foi concedida durante entrevista coletiva à imprensa, na manhã desta quinta-feira, dia 30, na sala de reunião do Palácio Paranaguá, quando o gestor falou também sobre o resultado das eleições, importância da exclusão de Ilhéus do Serviço Auxiliar de Informações para Transferências Voluntárias (Cauc) e sobre os processos de apuração de irregularidades no Bolsa Família.

Conforme ressaltou Jabes Ribeiro, a atualização do código tributário corresponde a uma medida administrativa voltada para cumprir as determinações da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Segundo o gestor, o projeto inclui a atualização de valores e a elaboração de uma nova planta genérica. "O novo código não pretende ser abusivo; vamos atualizá-lo, modernizá-lo e torná-lo mais próximo da realidade de Ilhéus" frisou.

Na ocasião, o prefeito voltou a afirmar que considera a reeleição da presidenta Dilma Rousseff e a eleição de Rui Costa ao governo do Estado como fatores importantes para a consolidação dos projetos que vão mudar a realidade econômica, social e cultural de Ilhéus. Para Jabes Ribeiro, a presidenta tem as condições de promover as mudanças que o país precisa, observando o desenvolvimento dos projetos sociais como o Minha Casa Minha Vida, Pronatec, Mais Médicos, Bolsa Família, e estruturantes, a exemplo da Ferrovia de Integração Oeste Leste (Fiol) e Porto Sul.

O gestor observou que o povo brasileiro deixou claro que é preciso melhorias nos setores da saúde, educação e segurança. Conforme disse, a vitória de Rui e de Dilma consolidou a linearidade entre as três esferas governamentais (município, governo e estado). "O nosso papel como prefeito é capitalizar tudo isso. Eu pretendo na próxima semana ir à Brasília para dar sequência a várias conversas que já estamos traçando", informou. "Temos que aproveitar esse momento positivo para botar a cidade para avançar", atestou.

Ele reiterou que está disposto a lutar para promover a recuperação do município. "Faço o meu papel de ter vencido a eleição para o governo do Estado e para a presidência da República e isso só aumenta a minha responsabilidade para trabalhar mais por Ilhéus", frisou. Otimista, Jabes ressaltou que a exclusão de Ilhéus do Cauc, uma espécie de Serasa dos municípios, é de extrema importância para a captação de recursos. "No ano passado deixamos de receber R$ 19 milhões e neste ano, R$ 5 milhões, porque estávamos com o nome sujo, e trabalhamos para resolver esta pendência, quitando dívidas herdadas. Afinal não iria adiantar em nada ter apoio no compresso e nos governos estadual e federal, e não ter condições de receber recursos", considerou.

Bolsa Família – Com relação ao Bolsa Família, o prefeito afirmou que a investigação teve início no ano passado, e após observação dos indícios de irregularidades, a gestão decidiu realizar a auditoria com funcionários. Os dados de funcionários, ex-funcionários, cônjuges e seus familiares da Prefeitura de Ilhéus que estão sendo fiscalizados, após comprovação dos indícios de irregularidades, serão incluídos numa relação que será enviada para os órgãos competentes e também para a Secretaria Nacional de Renda de Cidadania (Senarc), órgão vinculado ao Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Pobreza (MDS) para que sejam tomadas as medidas cabíveis.

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Wagner assina decreto que marca início da transição de governo

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Foto: Carla Ornelas/GOVBAFoto: Carla Ornelas/GOVBA

O governador Jaques Wagner assinou, na tarde desta quarta-feira (29), o decreto que marca o início da transição de Governo no Estado. Durante o ato, que aconteceu na sede da Governadoria, no Centro Administrativo da Bahia, em Salvador, ele recebeu o governador eleito para o período de 2015 a 2018, Rui Costa, e os integrantes do Grupo de Trabalho de Transição Governamental. Em seguida, eles concederam entrevista coletiva sobre o processo de mudança de governo.

De acordo com Wagner, o próximo governador terá total autonomia na condução para tomar as decisões. "É o começo de um processo que, óbvio, vai se concluir antes do Natal. As decisões cabem a ele e à equipe dele".

Na oportunidade, Rui Costa agradeceu ao governador pela formalização da equipe de transição. Ainda segundo ele, os servidores responsáveis pelo processo transitório têm perfil técnico. Uma das prioridades, conforme Rui, será a realização de um levantamento de dados e um balanço das ações do governo estadual em todas as áreas. "Queremos fazer uma interlocução com os orçamentos estadual e federal do ano que vem".

A expectativa é que, até o final de novembro próximo, seja finalizado o levantamento e, ainda este ano, o projeto de reestruturação administrativa do Poder Executivo Estadual seja encaminhado à Assembleia Legislativa da Bahia.

Servidores da Casa Civil, Procuradoria Geral do Estado (PGE) e das secretarias do Planejamento (Seplan) e da Fazenda (Sefaz) fazem parte da equipe de transição, sob a coordenação do titular da Sefaz, Manoel Vitório. "Será um desafio. O governador [eleito, Rui Costa] quer ter certeza de que o desenho do Estado estará de acordo com as pretensões e as expectativas. Economia é um viés importante. Mas o principal é otimizar, [proporcionar] mais eficiência [e] melhorar o serviço público", explicou Vitório.

Fazem parte da equipe de transição o secretário da Casa Civil em exercício, Carlos Mello, a procuradora do Estado, Cláudia Maria de Souza Moura, o chefe de gabinete da Sefaz, Adriano Chagas, o chefe de gabinete da Secretaria da Administração do Estado (Saeb), Rodrigo Pimentel, o superintendente de orçamento público da Seplan, Claudio Peixoto, o coordenador executivo da Casa Civil, Luiz Henrique D'utra, e a superintendente em exercício de atendimento ao cidadão da Saeb, Nelma Araújo.

O decreto que estabelece o grupo de trabalho será publicado, nesta quinta-feira (30), no Diário Oficial do Estado da Bahia.

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Câmara discute lei que regulamenta mototáxi em Itabuna

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O projeto foi relatado pelo vereador Nadson MonteiroO projeto foi relatado pelo vereador Nadson MonteiroNesta quarta-feira, 29, a partir das 14 horas, uma reunião na Câmara de Vereadores discutirá alterações na Lei de nº 2.260, de 19 de dezembro de 2013. O dispositivo autoriza e regulamenta os serviços de mototáxi e motofrete em Itabuna.

De acordo com o vereador Nadson Monteiro (PPS), relator do projeto, a lei precisa ser readequada às necessidades e realidade da categoria no município. "Esta foi uma lei bastante complexa, com muitos artigos, e a gente sabia da possibilidade do seu regresso para alguns ajustes. Nosso objetivo é redefini-la para que melhor represente não só a categoria, como também toda a comunidade grapiúna", afirmou o parlamentar.

O projeto de n° 041/2014, de autoria do Executivo, volta às discussões na Sala de Comissões Técnicas, com a participação do Corpo Legislativo, e de representantes do Poder público municipal, bem como representantes da categoria.

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Para Jabes Ribeiro, reeleição de Dilma consolida projetos estruturantes em Ilhéus

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Cópia de Prefeito de Ilhéus - Jabes Ribeiro  Foto Alfredo Filho Secom-PMIlhéusJabes Ribeiro. Foto: Alfredo Filho

O prefeito Jabes Ribeiro considera que a reeleição da presidenta Dilma Rousseff representa um importante passo para a consolidação dos projetos estruturantes que vão mudar a realidade econômica, social e cultural do município de Ilhéus. A declaração foi concedida na manhã desta segunda-feira, dia 27, durante entrevista no programa Alerta Geral, apresentado pelo radialista Gil Gomes, quando confirmou o voto na presidenta.

Jabes Ribeiro compareceu à seção eleitoral 153, instalada no Colégio da Polícia Militar, às 12h40, no Pontal, zona sul da cidade, no domingo, dia 26, para cumprir a obrigação cívica e cidadã de votar no segundo turno das eleições presidenciais. "O povo brasileiro teve a oportunidade de decidir entre dois caminhos. Preferi o da Presidenta Dilma, que representa a continuidade das obras estruturantes para o desenvolvimento de Ilhéus, além de um compromisso muito mais forte com os mais pobres", declarou Jabes.

Conforme explicou o prefeito, a vitória de Rui Costa foi um passo essencial para a reconstrução de Ilhéus, mas a de Dilma confirma a necessidade popular dos avanços para melhoria da vida. Segundo o gestor, a presidenta tem as condições de promover as mudanças que o país precisa, considerando o desenvolvimento dos projetos sociais como o Minha Casa Minha Vida, Pronatec, Mais Médicos, Bolsa Família, e estruturantes, a exemplo da Ferrovia de Integração Oeste Leste (Fiol). "Agora, o povo brasileiro deixou algo muito claro para os governantes que vão assumir no próximo dia 1º de janeiro que precisamos mudar a saúde, a educação e a segurança", observou.

Para o Prefeito, a hora é de união em todo o país, e para Ilhéus isso é muito importante. Conforme disse, a vitória de Rui e de Dilma consolidou a linearidade entre as três esferas governamentais (município, governo e estado). "O nosso papel como prefeito é capitalizar tudo isso. Eu pretendo na próxima semana ir à Brasília para dar sequência a várias conversas que já estamos traçando", informou. "Temos que aproveitar esse momento positivo para botar a cidade para avançar. O próximo prefeito vai encontrar uma cidade muito melhor", atestou.

Ele reiterou que está disposto a lutar diariamente para promover a recuperação do município. "Faço o meu papel de ter vencido a eleição para o governo do Estado e para a presidência da República e isso só aumenta a minha responsabilidade para trabalhar mais por Ilhéus", frisou.

Eleição – No domingo, o prefeito Jabes Ribeiro foi à seção eleitoral acompanhado por amigos e correligionários, além dos secretários municipais de Desenvolvimento Social e de Comunicação, Jamil Ocké, e Valério de Magalhães, o chefe de Gabinete, Victor da Veiga, o presidente do PP de Ilhéus, John Ribeiro, o diretor administrativo da Bahia Pesca, Romualdo Pereira, e o chefe da 13ª Ciretran, Paulo Machado.

Além de Prefeito, Ribeiro é secretário geral do PP na Bahia, cujo partido integra a base de apoio da administração do governador Jaques Wagner. O deputado federal João Leão, também do PP, foi recentemente eleito vice-governador da Bahia, ao lado do deputado federal Rui Costa, futuro mandatário do Estado.

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Dilma Rousseff reeleita para governar o Brasil por mais 4 anos

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Dilma11

Com 97,62% das urnas apuradas, a atual presidenta da República, Dilma Rousseff (PT), tem 51,38% dos votos válidos e está matematicamente reeleita para o cargo. O candidato Aécio Neves (PSDB) tem 48,62% dos votos válidos até o momento.

Mineira de Belo Horizonte, Dilma Rousseff, tem 66 anos, é economista formada pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), tem uma filha e um neto. Foi reeleita hoje (26), junto com o vice-presidente Michel Temer (PMDB), com o apoio da coligação formada por PT, PMDB, PDT, PCdoB, PR, PP, PRB, PROS e PSD. No primeiro turno, Dilma ficou em primeiro lugar, com 43.267.668 votos (41,59% dos votos válidos).

Filha de um imigrante búlgaro e de uma professora do interior do Rio de Janeiro, Dilma viveu em Belo Horizonte, capital mineira, até 1970, onde integrou organizações de esquerda, como o Comando de Libertação Nacional (Colina) e a Vanguarda Armada Revolucionária Palmares (VAR-Palmares). Foi presa em 1970 pela ditadura militar e passou quase três anos no Presídio Tiradentes, na capital paulista, onde foi torturada.

Em 1973, mudou-se para Porto Alegre, onde construiu sua carreira política. Na capital gaúcha, Dilma dedicou-se à campanha pela anistia, no fim do regime militar, e ajudou a fundar o PDT no estado. Em 1986, assumiu seu primeiro cargo político, o comando da Secretaria da Fazenda de Porto Alegre, convidada pelo então prefeito Alceu Collares.

Com a redemocratização, Dilma participou da campanha de Leonel Brizola à Presidência da República em 1989. No segundo turno, apoiou o então candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Em 1993, Dilma assumiu a Secretaria de Energia, Minas e Comunicação do Rio Grande do Sul, cargo que ocupou nos governos de Alceu Collares (PDT) e Olívio Dutra (PT).

Em 2000, Dilma filiou-se ao PT e, em 2002, foi convidada a compor a equipe de transição entre os governos Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva. Quando Lula assumiu, em janeiro de 2003, Dilma foi nomeada ministra de Minas e Energia, onde comandou a reformulação do marco regulatório do setor. Em 2005, ainda no primeiro governo Lula, Dilma assumiu a chefia da Casa Civil, responsável até então por projetos como o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e o Minha Casa, Minha Vida.

Dilma deixou a Casa Civil em abril de 2010 e, em junho do mesmo ano, teve sua candidatura à Presidência da República oficializada. Venceu sua primeira eleição no segundo turno, contra o candidato do PSDB, José Serra, com mais de 56 milhões de votos.

Em um governo de continuidade, Dilma manteve e ampliou programas sociais da gestão Lula e implantou iniciativas que levaram à redução da pobreza, da fome e da desigualdade. Criou o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) e ampliou programas de empreendedorismo. Também implantou um programa de concessões para obras de infraestrutura e logística, muitas ligadas à realização da Copa do Mundo. Em um governo marcado por episódios de corrupção, Dilma chegou a demitir seis ministros em dez meses, em 2011. A presidenta reeleita também enfrentou problemas com a economia, com queda no ritmo do crescimento do país e avanço da inflação.

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Ibope: Dilma tem 53%, e Aécio, 47%; Datafolha: Dilma tem 52%, e Aécio, 48% dos votos válidos

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Do G1.

Pesquisa Ibope divulgada neste sábado (25) aponta os seguintes percentuais de votos válidos no segundo turno da corrida para a Presidência da República:

- Dilma Rousseff (PT): 53%
- Aécio Neves (PSDB): 47%

Para calcular esses votos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição.

A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal "O Estado de S. Paulo".

No levantamento anterior do instituto, divulgado no dia 23, Dilma tinha 54% e Aécio, 46%.

Votos totais
Se forem incluídos os votos brancos e nulos e dos eleitores que se declaram indecisos, os votos totais da pesquisa estimulada são:

- Dilma Rousseff (PT): 49%
- Aécio Neves (PSDB): 43%
- Branco/nulo: 5%
- Não sabe/não respondeu: 3%

O Ibope ouviu 3.010 eleitores em 206 municípios nos dias 24 e 25 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%, o que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de dois pontos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01195/2014.

1º turno
No primeiro turno, Dilma teve 41,59% dos votos válidos e Aécio, 33,55%

 

Datafolha

Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (25) aponta os seguintes percentuais de votos válidos no segundo turno da corrida para a Presidência da República:

- Dilma Rousseff (PT): 52%
- Aécio Neves (PSDB): 48%

Para calcular esses votos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição.

A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal "Folha de S.Paulo".

De acordo com o Datafolha, a presidente Dilma Rousseff (PT) chega à véspera da votação empatada tecnicamente com seu adversário, Aécio Neves (PSDB). Mas, segundo o instituto, "é maior a probabilidade de Dilma estar à frente".

No levantamento anterior do instituto, divulgado no dia 23, Dilma tinha 53%, e Aécio, 47%.

Votos totais
Se forem incluídos os votos brancos e nulos e dos eleitores que se declaram indecisos, os votos totais da pesquisa estimulada são:

- Dilma Rousseff (PT): 47%
- Aécio Neves (PSDB): 43%
- Em branco/nulo/nenhum: 5%
- Não sabe: 5%

Os dois candidatos estão tecnicamente empatados dentro do limite da margem de erro.

O Datafolha ouviu 19.318 eleitores em 400 municípios nos dias 24 e 25 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. Isso significa que, se forem realizados 100 levantamentos, em 95 deles os resultados estariam dentro da margem de erro de dois pontos prevista. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01210/2014.

Certeza do voto
O Datafolha também perguntou, entre os dois candidatos, em quem os eleitores votariam com certeza, em quem talvez votassem e em qual não votariam de jeito nenhum. Veja os números:

Dilma
46% - votariam com certeza
14% - talvez votassem
38% - não votariam de jeito nenhum
1% - não sabe

Aécio
41% - votariam com certeza
16% - talvez votassem
41% - não votariam de jeito nenhum
2% - não sabem

1º turno
No primeiro turno, Dilma teve 41,59% dos votos válidos e Aécio, 33,55%

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Aldenes na briga por chapa única para presidência da Câmara de Itabuna

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Aldenes na briga por chapa única para presidência da Câmara de ItabunaPassada a maratona da campanha para deputado estadual, o vereador Aldenes Meira (PCdoB) - foto - tem outra disputa em vista. Ele trabalha por uma chapa única na disputa por mais um mandato como presidente da Câmara. Para tanto, precisa que os colegas Ruy Machado (PTB) e Joilson Rosa (PROS) desistam do páreo.

"Acho que temos respaldo; tivemos as contas aprovadas sem ressalvas, fizemos uma gestão democrática, em novembro vamos abrir edital para escolha da empresa que fará o concurso, estamos discutindo a construção da sede, isso tudo nos credencia", argumentou o edil, que se disse "animado a brigar pela presidência". A votação será no final de novembro.

Avaliação do resultado

Sobre o desempenho na eleição, quando recebeu 19.531 votos (7.798 em Itabuna), Aldenes Meira confessa que a "meta era uma maior votação". Entretanto, destaca o fato de ter sido o terceiro colocado na cidade. "Fui menos votado apenas do que um ex-prefeito [Azevedo] e um deputado com mandato [Augusto Castro] e sou o quarto suplente [da coligação]", gabou-se.

Quanto ao apoio dado pelo governo Vane na empreitada, o comunista não citou o prefeito, mas "quadros de setores importantes da gestão". Entre eles, Administração, Educação e Sedur (Secretaria de Desenvolvimento Urbano).

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Ibope: Dilma 54% e Aécio 46%; Datafolha: Dilma 53% e Aécio 47%

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Ibope: Dilma 54% e Aécio 46%; Datafolha: Dilma 53% e Aécio 47%Dois dos principais institutos de pesquisa do Brasil, Ibope e Datafolha, divulgaram pesquisas nesta quinta-feira. No levantamento do Ibope, encomendado pela TV Globo e pelo jornal "O Estado de S. Paulo", computando os votos válidos, Dilma Rousseff (PT) tem 54% e Aécio Neves (PSDB), 46%

O Ibope ouviu 3.010 eleitores em 203 municípios entre os dias 20 e 22 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%, o que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de dois pontos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01168/2014.

Rejeição

O Ibope perguntou, independentemente da intenção de voto, em qual candidato o eleitor não votaria de jeito nenhum. Veja os números:

Aécio - 42%

Dilma - 36%

Expectativa de vitória

O Ibope também perguntou aos entrevistados quem eles acham que será o próximo presidente da República, independentemente da intenção de voto. Para 51%, Dilma sairá vitoriosa; 38% acreditam que Aécio ganhará; 10% não sabem ou não responderam.

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Pesquisa Datafolha

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (23) aponta os seguintes percentuais de votos válidos no segundo turno da corrida para a Presidência da República:

- Dilma Rousseff (PT): 53%

- Aécio Neves (PSDB): 47%

A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal "Folha de S.Paulo".

De acordo com o Datafolha, a presidente Dilma Rousseff (PT) tem uma vantagem inédita sobre Aécio Neves (PSDB) no segundo turno da eleição presidencial.

No levantamento anterior do instituto, divulgado no dia 22, Dilma tinha 52%, e Aécio, 48% dos votos válidos.

O Datafolha ouviu 9.910 eleitores em 399 municípios nos dia 22 e 23 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. Isso significa que, se forem realizados 100 levantamentos, em 95 deles os resultados estariam dentro da margem de erro de dois pontos prevista. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01162/2014.

Certeza do voto

O Datafolha também perguntou, entre os dois candidatos, em quem os eleitores votariam com certeza, em quem talvez votassem e em qual não votariam de jeito nenhum. Veja os números:

Dilma

46% - votariam com certeza

15% - talvez votassem

37% - não votariam de jeito nenhum

1% - não sabe

Aécio

39% - votariam com certeza

18% - talvez votassem

41% - não votariam de jeito nenhum

2% - não sabem

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Voto em Dilma

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Cópia de Dilma-campanha

* Por Marco Wense

No primeiro turno, a candidata Marina Silva (PSB) conseguiu convencer milhares de eleitores de que seria capaz de reverter a decrépita forma de fazer política.

A ambientalista precisava de um forte slogan para a campanha. E nada melhor do que uma antítese para criar o efeito desejado. Foi aí que apareceu a "nova política" versus velha política.

A empulhação marinista teve vida curta. Fatia considerável do eleitorado começou a desconfiar de que tudo não passava de um grande engodo.

A verdadeira Marina, aquela que empolgava, que lutava para legalizar a Rede, evaporou. Escafedeu-se. No seu lugar, a Marina Silva pragmática, subindo no palanque da família Bornhausen, fazendo discursos de acordo com as conveniências políticas. A Marina cheia de contradições.

O candidato do PSDB, Aécio Neves, não representa nada do que anda dizendo. Absolutamente nada. Mudar com Aécio Neves? Tenha santa paciência. É melhor acreditar na "história" da mulher de sete metros que perambulava pela rodovia Itabuna-Ilhéus.

Transcrevo para o leitor parte do artigo da sempre lúcida e inteligente Raquel Rolnik, professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP, sobre sua decisão de votar em Dilma no segundo turno.

"Há, sim, diferença entre Dilma e Aécio. Ela se situa em dois temas da maior importância: a política econômica e a forma de relacionamento com a luta social. Na economia, Dilma defende que o país vai crescer mais se a renda e o poder de consumo da população aumentar. Para isso, pratica aumento dos salários, distribuição de renda, controle dos juros e uma grande presença do Estado, investindo em infraestrutura e gastos sociais".

"Aécio Neves, com seu projeto neoliberal, acredita que o mercado dá conta da totalidade da vida social. Cortando gastos públicos, reduzindo subsídios e aumentando os juros, o país vai atrair a confiança do capital financeiro e, assim, alavancar o crescimento econômico".

"Essas diferenças têm repercussões na vida das pessoas que vão além do salário e da renda. Se o pressuposto – representado pela visão neoliberal de Aécio – é o de abrir mais um campo de exploração mercantil, então saneamento, habitação e transporte público não vão atender quem mais precisa, pois quem mais precisa não tem dinheiro para pagar sequer o custo do serviço. Dilma tanto sabe disso que aumentou exponencialmente os subsídios diretos nessas áreas".

"Nos governos do PT, ilhas, brechas e espaços de interlocução foram abertos para dialogar com os setores mais excluídos da população: catadores, quilombolas, sem-terra, sem-teto e muitos outros. Se isso não foi capaz de reverter o centro das políticas, teve o efeito de apoiar experiências e afirmar a legitimidade da luta social e por direitos de cidadania plena no Brasil, ainda inconclusa. Já para o PSDB, governo deve ser território de tecnocratas e movimentos sociais são caso de polícia".

"A radicalização da democracia exige mudanças. Tenho dúvidas se seremos capazes de fazê-las sob a liderança de Dilma, mas tenho certeza de que eleger Aécio é consolidar no poder os poderosos interesses que até agora têm impedido essas mudanças".

A professora Raquel não poderia terminar o esclarecedor artigo sem dizer que vota em Dilma: "Por isso, meu voto no segundo turno é, sem dúvida, de Dilma Rousseff".

O meu também. Dilma, lá!

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Nova pesquisa Datafolha: Dilma mantém 52% e Aécio, 48%

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Dilma cresceu um ponto entre os indecisos na disputa contra Aécio (Foto: Site Band)Dilma cresceu um ponto entre os indecisos na disputa contra Aécio (Foto: Site Band)

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quarta-feira (22) aponta Dilma Rousseff (PT) com 52% dos votos válidos e Aécio Neves (PSDB) com 48%. Tal cenário também foi captado no levantamento anterior, feito dia 20.

Para calcular esses votos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição.

O levantamento foi encomendado pelo jornal "Folha de S. Paulo". De acordo com o Datafolha, na reta final da eleição, os candidatos continuam empatados, no limite da margem de erro, de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Votos totais

Se forem incluídos os votos brancos e nulos e dos eleitores que se declaram indecisos, os votos totais da pesquisa estimulada são:

- Dilma Rousseff (PT): 47%

- Aécio Neves (PSDB): 43%

- Em branco/nulo/nenhum: 6%

- Não sabe: 4%

O Datafolha ouviu 4.355 eleitores no dia 21 de outubro em 256 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. Isso significa que, se forem realizados 100 levantamentos, em 95 deles os resultados estariam dentro da margem de erro de dois pontos prevista. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01160/2014.

Segundo o Datafolha, 82% dos eleitores de Dilma acham que a presidente será reeleita. Entre os eleitores de Aécio, 78% acham que o tucano será o vencedor neste segundo turno.

Segmentos sociais

Nos segmentos sociais, a pesquisa mostra um percentual maior da petista entre as mulheres (ela tem a preferência de 47%) e no grupo das pessoas que recebem até dois salários mínimos (53% de preferência).

Aécio aparece na frente entre os que têm ensino superior (54%) e entre os que ganham acima de dez salários mínimos (59%).

Interesse

O instituto também perguntou se o eleitor tem grande interesse pela eleição: 50% responderam "sim", contra 39% do registrado no fim de agosto.

Economia

O Datafolha detectou que os eleitores não estão mais tão pessimistas com a economia do país e diz que isso ajuda a explicar a reação de Dilma na corrida presidencial neste segundo turno.

De acordo com a pesquisa, 31% acham que a inflação vai aumentar - esse índice é inferior aos registrados em setembro (50%) e em abril (64%). Segundo o instituto, 35% disseram que a inflação ficará como está e 21%, que ela vai diminuir.

Com relação ao desemprego, 33% acham que vai ficar estável; 31%, reduzir, e 26%, aumentar. De acordo com o Datafolha, 44% responderam que a economia do país vai melhorar; 33%, que vai ficar como está, e 15%, piorar.

Agressividade

O Datafolha também perguntou ao eleitor sobre a agressividade na campanha eleitoral: 71% criticaram a agressividade. Para 36% dos eleitores, Aécio é o mais agressivo neste segundo turno; 24% acham que Dilma é a mais agressiva. (Com informações do G1)

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Prefeita contrata parentes de vereadores e leva multa

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Alba Gleide foi denunciada pelo ex-prefeito de AlmadinaAlba Gleide foi denunciada pelo ex-prefeito de AlmadinaNomeações de parentes de vereadores para diversos cargos comissionados no âmbito do Poder Executivo, no exercício de 2013. Essa é a razão da multa de R$ 2 mil, aplicada pelo Tribunal de Contas dos Municípios (TCM), contra a prefeita de Almadina, Alba Gleide de Moura de Góes Pinto.

A denúncia foi formulada pelo ex-prefeito José Raimundo Laudano Santos, afirmando que as nomeações objetivaram o favorecimento dos edis para que rejeitassem as contas municipais de sua responsabilidade. O ex-gestor disse ter uma "relação desafetuosa com o marido da prefeita".

O relator conselheiro Antônio Emanuel afirmou que o caso apresentando não pode ser caracterizado como nepotismo, seja direto ou cruzado, ante a ausência dos requisitos necessários para sua configuração, vez que o parentesco das pessoas nomeadas não é com a prefeita, então autoridade nomeante, mas com vereadores municipais, vinculados, portanto, a outra pessoa jurídica. Contudo, ressaltou que as nomeações ofenderam aos princípios constitucionais da razoabilidade, impessoalidade e moralidade administrativa. Assim, o favorecimento de parentes de autoridades públicas constitui-se em prática imoral, na medida em que o interesse individual prevalece sobre a coletividade, devendo ser imputada sanção à gestora.

Cabe recurso da decisão.

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Vox Populi: Dilma tem 46% das intenções de voto e Aécio, 43%

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Pesquisa feita pelo instituto de consultoria Vox Populi, a pedido do grupo Record, mostra empate técnico entre o candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, e a candidata à reeleição, Dilma Rousseff (PT). Segundo o levantamento, Dilma aparece com 46% das intenções de voto e Aécio com 43%. Votos brancos e nulos somam 5% e indecisos, 5%.

No levantamento anterior, Dilma tinha 45% dos eleitores consultados e Aécio, de 44%.

Considerados os votos válidos, excluindo-se os votos brancos, nulos e indecisos, mesmo procedimento utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial, Dilma tem 52% e Aécio, 48%. Configurando também empate técnico.

Dilma Rousseff se sai melhor entre os eleitores das regiões Norte, Centro-Oeste e Nordeste. Aécio lidera no Sul e no Sudeste.

Quanto à avaliação de governo, 43% consideram o governo de Dilma bom ou ótimo; 36%, regular; e, 21%, ruim ou péssimo.

O Vox Populi ouviu 2 mil eleitores no sábado (18) e no domingo (19), em 147 cidades. O nível de confiança é 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-01136/2014.

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Datafolha: Dilma tem 52%; Aécio, 48% dos votos válidos

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Pesquisa Datafolha divulgada nesta segunda-feira (20) aponta os seguintes percentuais de votos válidos no segundo turno da corrida para a Presidência da República:

- Dilma Rousseff (PT): 52%

- Aécio Neves (PSDB): 48%

Para calcular esses votos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição.

A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal "Folha de S.Paulo".

De acordo com o Datafolha, na reta final da eleição, os candidatos continuam empatados, no limite da margem de erro, de dois pontos percentuais para mais ou para menos, mas Dilma aparece pela primeira vez numericamente à frente de Aécio em um levantamento feito após o primeiro turno.

No levantamento anterior do instituto, divulgado no dia 15, Aécio tinha 51% e Dilma, 49%.

Votos totais

Se forem incluídos os votos brancos e nulos e dos eleitores que se declaram indecisos, os votos totais da pesquisa estimulada são:

- Aécio Neves (PSDB): 46%

- Dilma Rousseff (PT): 43%

- Em branco/nulo/nenhum: 5%

- Não sabe: 6%

Na margem de erro, os candidatos estão empatados tecnicamente.

O Datafolha ouviu 4.389 eleitores no dias 20 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. Isso significa que, se forem realizados 100 levantamentos, em 95 deles os resultados estariam dentro da margem de erro de dois pontos prevista. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01140/2014.

Do G1

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